Chamada para servir

Os dois ladrões

Como um animal indefeso enroscado numa cerca de arame farpado, a vítima de crucuficação poderia sobreviver por dias sofrendo dores excruciantes.

A crucificação era uma tortura; tiras de couro e pregos eram usados para pendurar o condenado no madeiro. A morte normalmente ocorria por sufocação, pois a vítima pendurada por suas mãos ia perdendo a força para inspirar.

Três homens em três cruzes – Na primavera do ano 33 d.C. a crucificação de três homens fora dos muros da cidade de Jerusalém mudou o curso da história do mundo. Os executores romanos martelaram os pregos através de seus pulsos e tornozelos e deixaram os três esperando a morte. O evento em si era comum no antigo Oriente Médio, porém 2.000 anos depois, o mundo ainda fala sobre aquelas três mortes.

Encontrei uma explicação significativa para aquelas mortes escrita na contracapa de uma velha Bíblia. Em palavras memoráveis alguém escreveu: “Um homem morreu com a culpa em si e sobre si. Um segundo homem morreu com culpa em si, mas não sobre si. O terceiro morreu com culpa sobre si, mas não em si.” Desde que encontrei esta citação juntei a ela; uma descrição tão simples quanto profunda de algumas diferenças entre essas mortes, que todos nós precisamos entender.

Ler texto completo aqui.

Fonte: Cristianismo Hoje.

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