Chamada para servir

Implicações do amor

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Pouco antes da sua paixão e morte, Jesus Cristo disse aos discípulos: “Se me amais, guardai os meus mandamentos” (João 14:15).

Esta simples frase começa por clarificar que o mais importante no reino de Deus é amar o Salvador. Essa decisão (o amor é uma decisão, insere-se no domínio da vontade) é o princípio de tudo.

Rendemo-nos ao amor de Cristo, somos atraídos à cruz pelo “muito amor com que nos amou” (Efésios 2:4) e porque “Ele nos amou primeiro” (I João 4:19). Como alguém disse, não foram os pregos que prenderam o Nazareno ao madeiro, mas sim o Seu amor para connosco.

Não será por acaso que esta frase vem no seguimento de uma promessa, que nos assegura que “tudo quanto pedirdes em meu nome (de Jesus) eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho” (13).

Depois, a afirmação do versículo quinze associa a comprovação do amor a Deus (e a Cristo) a algo muito prático e verificável: o facto de guardarmos ou não os Seus mandamentos. O amor não é apenas uma coisa que se diz ter ou se proclama ao mundo, está sempre associado a uma praxis pessoal e comunitária.

Amar Deus transporta consigo uma implicação de obediência. Ou aceitamos os Seus mandamentos e os vivenciamos na prática, ou não. Se amamos Cristo fá-lo-emos. Se não o fazemos é porque, no fundo, não O amamos: “Quem não me ama não guarda as minhas palavras” (24a). A escolha é nossa.

É simples e objectivo.

B. L.

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