Chamada para servir

 

 

“Miserável homem que eu sou”
Paulo de Tarso

 

Sei coisas terríveis sobre mim, de antes
Da estrada de Damasco, coisas
Que estão dentro da minha memória
E secariam o meu coração, se não fossem
As costas de Deus, atrás das quais tudo cai
No esquecimento
Sei tantas coisas terríveis a meu respeito
A que mais dói
Ter fechado os ouvidos ao último silêncio
De Estevão, quando as pedras sujavam
O seu sangue dolorido.

 

© João Tomaz Parreira

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