A glória da comunhão com Deus

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Hoje terminámos a série de estudos sobre o tema “A caminho da Glória”.

Tínhamos visto que a Porta do Pátio representa o convite de Deus ao qual nós respondemos; que o Altar do Sacrifício representa a nossa rendição e a salvação em Cristo, e que a Pia de Cobre representa purificação (o ensino da Palavra, a obediência e o baptismo).

Depois disto passámos do Pátio ao Lugar Santo, onde Ele continua a Sua obra em nós. Aí passámos a viver sob direcção do Espírito Santo e como testemunhas de Cristo (candelabro de ouro), alimentando-nos do Pão da Vida e dando-nos aos outros (mesa dos pães), vivendo em comunhão com Deus, em oração e louvor, como verdadeiros adoradores (altar de incenso).

Finalmente chegámos ao Lugar Santíssimo, ou Santo dos Santos. Passámos o (segundo) Véu (representa o acesso à santidade de Deus). Deus habitava no Santo dos Santos, manifestando ali a Sua glória (Shekinah). Havia uma cortina a separar o Lugar Santo do Lugar Santíssimo, onde só o sumo-sacerdote podia entrar no dia da Expiação (Yom Kippur) para fazer a purificação dos pecados do povo, em nome do povo:

“Ora, também a primeira tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre. Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o santuário. Mas depois do segundo véu estava o tabernáculo que se chama o santo dos santos,

Que tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha florescido, e as tábuas da aliança;

E sobre a arca os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório; das quais coisas não falaremos agora particularmente.

Ora, estando estas coisas assim preparadas, a todo o tempo entravam os sacerdotes no primeiro tabernáculo, cumprindo os serviços; Mas, no segundo, só o sumo-sacerdote, uma vez no ano, não sem sangue, que oferecia por si mesmo e pelas culpas do povo;

Dando nisto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do santuário não estava descoberto enquanto se conservava em pé o primeiro tabernáculo” (Hebreus 9:1-8).

“E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e  tremeu a terra, e fenderam-se as pedras” (Mateus 27:50,51)

Aí estava também a Arca da Aliança (representa a presença divina), que continha:

a) As 2 tábuas de pedra (10 Mandamentos): recordavam que Deus tinha feito uma aliança com Israel, mas que Israel tinha quebrado. Pela Sua graça Deus renovou a aliança, e ordenou que o registo (as tábuas de pedra) deveria ser depositado na arca. O Livro da Aliança que tratava de outros aspectos da lei e das ordenanças, foi depositado ao lado da arca, mas as tábuas foram armazenadas dentro da arca.

          Ex 25,16 – “Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.”

b) Um pote de ouro contendo um ômer (3,6 litros) de maná (Hb 9,4): representa um memorial da provisão de Deus:

Ex 16:32-33 –”E disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Senhor para guardá-lo para as vossas gerações.”

Também era um tipo de Cristo, o Pão Vivo que desceu de céu:

Jo 6,50-51 – ” Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.”

c) A vara de Arão que floresceu (Num 17) e frutificou amêndoas maduras numa única noite, como sinal da escolha de Deus por Arão para o sacerdócio (Hb. 9,4):

Num 17,7-8“E Moisés pôs estas varas perante o Senhor na tenda do testemunho. Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.”

A vara de Arão representa, assim, que Deus nos escolheu para sermos seus, as tábuas da lei representam a aliança que Ele quer manter connosco, e o maná a Sua eterna provisão.

Fomos chamados, fomos justificados, fomos glorificados.

 

 

 

 

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