Paz: do decreto divino à construção

filhos da Paz

 

Na celebração de ontem, domingo, reflectimos sobre Efésios 2, quando se refere a Jesus Cristo: “Porque ele é a nossa paz”. A Paz é um tema apostólico recorrente nas cartas às igrejas no 1º. Século, como se pode verificar facilmente, em parte talvez devido à recorrente perseguição contra os cristãos.

Mas o que é esta Paz? Ela começa por ser um decreto divino (proclamado no momento da Encarnação, pelos anjos nos céus de Belém), e termina a ser uma tarefa na mão de todos os discípulos (de acordo com a exortação do Sermão do Monte, no sentido de sermos “pacificadores”, isto é, construtores da Paz). Pelo meio temos a Paz como contrato e como herança.

Paulo escreveu aos Efésios (6:15): “E calçados os pés na preparação do evangelho da paz”. A mensagem da Igreja é a mensagem da paz com Deus, através de Jesus Cristo. Somos filhos da Paz. Quem não tem paz, não vive em paz, precisa receber a herança (“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”, João 14:27), e tornar-se hoje um “filho da Paz”.

 

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