Chamada para servir

Archive for the ‘Memória’ Category

Panorâmica da Reforma Protestante

 

Esta manhã recebemos o Dr. Jorge Pinheiro, que nos apresentou uma panorâmica sobre a Reforma religiosa iniciada por Lutero, no século dezasseis, e suas consequências na Europa e no mundo, através duma palestra muito enriquecedora e criativa, a propósito da celebração dos 500 anos da reforma protestante na Europa (1517-2017).

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Ao Deus de Abraão, louvai!

 

Thomas Olivers, tendo ficado órfão muito cedo, frequentou quando criança más companhias que o transviaram a ponto de, aos 15 anos de idade, ser considerado o pior rapazinho do lugar. Ajudante de sapateiro, viu-se obrigado a abandonar a cidade em que morava por motivo de sua grande maldade.

Certo dia, porém, ouviu pregar o evangelista Whitefield e converteu-se. Arrependido de seus pecados, seu primeiro ato foi retornar à cidade em que nascera e vivera a sua juventude para pagar todas as suas dívidas.

Desejando comunicar a outros as boas novas da salvação, tornou-se pregador itinerante. Travou relações de amizade com João Wesley, com quem colaborou durante anos.

Uma noite, em Londres, atraído pela voz de um grande cantor, Leoni, entrou numa sinagoga judaica. A melodia entoada era bela e o timbre da voz, atraente. De regresso a casa, resolveu transformar em hino cristão a ser cantado com essa música a letra original, Yigdal, doxologia hebraica de Daniel Ben Judah datada do século 14, o que realmente fez.

Roberto Moreton, que por longos anos missionou em Portugal, traduziu-o para o português em 1896. Encontra-se em Salmos e Hinos sob o número 232. Ei-lo a seguir:

 

Ao Deus de Abraão louvai,
Do vasto céu Senhor,
Eterno e poderoso Pai e Deus de amor,
Augusto Jeová,
Que terra e céu criou!
Minha alma o nome exaltará
Do grande “Eu Sou”.

Ao Deus de Abraão louvai;
Eis, por mandado seu,
Minha alma deixa a terra e vai gozar no céu.
O mundo desprezei,
Seu lucro e seu louvor
E Deus por meu quinhão tomei
E protetor.

Meu guia Deus será;
Seu infinito amor
Feliz em tudo me fará, por onde eu for,
Tomou-me pela mão,
Em trevas deu-me luz,
E dá-me eterna redenção
Por meu Jesus.

Meu Deus por si jurou;
Eu nele confiei;
E para o céu que preparou eu subirei.
Na glória eu o hei de ver,
Confiado em seu amor,
E para sempre engrandecer
Meu Redentor.

Fonte: Ultimato.

A última música do Titanic

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O relógio do enorme e luxuoso salão de baile marcava menos de duas horas da

madrugada da noite de 14 para 15 de abril de 1912. Todo mundo estava acordado. Os escaleres apinhados de mulheres e crianças da primeira classe já haviam descido. Vários passageiros já haviam pulado para a água gelada do mar. Alguns já haviam morrido por causa do impacto da queda e seus corpos boiavam ao redor do navio. A noite estava serena e o mar também.
Foi quando um dos violinistas, já no convés do Titanic, entre gritos de desespero, começou a tocar um dos mais ternos hinos religiosos, no que foi imediatamente acompanhado por outros violinos, viola e violoncelo. Talvez ninguém, naquela altura, tenha cantado ou cantarolado a conhecida letra da conhecida música. Mas, tanto uma como a outra, deve ter soado gostoso aos ouvidos de todos os que ainda estavam a bordo, antes de o navio se partir em dois e afundar de vez. Era pelo menos um pequeno conforto para quem não conseguiu lugar num dos botes salva-vidas e estava a apenas um passo da morte certa e pavorosa. Era também — quem sabe — uma confissão de última hora, para compensar a desatenção coletiva dada a Deus até então e a soberba daquele passageiro incontido que achava e declarou em público que nem Deus afundar o Titanic. Pois todos que ouviram a melodia certamente se lembraram no mínimo do título do hino: “Nearer, my God, to Thee” (Mais perto, meu Deus, de ti).
Não era a primeira vez que o hino “Mais perto, meu Deus, de ti” entrava para a história. Dois anos antes, em 1910, por ocasião da Convenção Mundial de Escolas Dominicais, realizada em Washington, ele foi cantado em 23 idiomas. E, em 1872, 40 anos antes, 50.000 pessoas o entoaram na celebração do Jubileu da Paz, na cidade de Boston.
A letra de “Mais perto, meu Deus”, de ti foi escrita há 158 anos, em novembro de 1840. Por uma inglesa chamada Sarah Flower Adams, que morreria tuberculosa 8 anos depois. Sarah era filha de um jornalista que passou 6 meses na cadeia por ter criticado o governo britânico, e esposa de um engenheiro civil que deu todo apoio aos seus dons artísticos. Ela publicou, em 1845, um catecismo para crianças com hinos, inclusive o Mais perto, meu Deus, de ti, com o título “The flock at the fountain” (O rebanho na bica).
A poesia de Sarah Adams, inspirada na visão de Jacó da escada que ligava o céu à terra (Gn 28.10-22), atravessou o Atlântico e foi parar nas mãos de um bancário e regente de coro chamado Lowell Mason, residente em Boston, nos Estados Unidos. Foi ele quem compôs a linda e singela melodia do hino em 1856. Três anos depois, a melodia apareceu com o nome de “Belhany”, pela primeira vez num hinário.
Esse Lowell foi quem introduziu o ensino de música nas escolas públicas de Boston, o primeiro passo para se tornar obrigatório também em todo o país. São de sua autoria mais de 1.500 hinos e arranjos religiosos. Lowell Mason é o primeiro doutor em música na história americana, grau conferido pela Universidade de Nova York, em 1835. O notável compositor sacro faleceu aos 80 anos, 40 anos antes do naufrágio do Titanic.
Mais perto, meu Deus, de ti
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de ti,
Inda que seja a dor
Que me una a ti.
Sempre hei de suplicar:
“Mais perto quero estar!
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de ti!”Mesmo vagando aqui
Na solidão,
De noite a descansar,
Dormindo ao chão,
Em sonhos vou clamar:
“Mais perto quero estar!
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de ti!”Minha alma cantará
A ti, Senhor!
Betel aqui verei
Por teu favor.
Eu sempre hei de rogar:
“Mais perto quero estar!
Mais perto quero estar, Meu Deus, de ti!”E quando a morte enfim
Me vier chamar,
Nos céus com o Senhor
Irei morar.
Então me alegrarei
Perto de Ti, meu Rei!
Perto de Ti, meu Rei,
Meu Deus de Ti! ”
(Novo Cântico, nº 116, tradução de João Gomes da Rocha.)
Fonte: Ultimato. 
Ouça a música aqui: https://youtu.be/RvPlGwqYxp8
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É já este domingo (dia 28) na celebração dos 70 anos da Igreja do Jubileu

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Das ruínas das Torres Gémeas surge uma mensagem de reconciliação

Há 15 anos, dois aviões fizeram colapsar as Torres Gémeas, em Nova Iorque. Mais de 3 mil pessoas morreram quando as torres caíram sobre si, deixando um rasto de destruição e morte que até hoje impressiona os que visitam o memorial criado para homenagear os mortos. É precisamente nesse memorial que se encontra uma das peças mais extraordinárias encontradas nos escombros pelos bombeiros que fizeram o rescaldo das operações nos meses que se seguiram ao 11 de setembro.
Joel Meyerowitz é um fotógrafo que acompanhou, durante nove meses, todos os trabalhos feitos pelas equipas que operavam nas duas torres. Em março de 2002, enquanto fotografa, um bombeiro chama-o e entrega-lhe aquilo que afirmava ser mais um artefacto encontrado nos escombros da torre sul. Joel verificou que era uma Bíblia que, com o calor, se tinha fundido com um pedaço de metal do edifício. «Este pedaço de uma Bíblia queimada e coberta de poeira, fundida com o metal, veio das mãos de um bombeiro que sabia que eu era um dos guardiães das memórias daquele espaço», disse Joel Meyerowitz, em declarações citadas pelo New York Times.
Mas se o objeto em si era já extraordinário e digno de exposição, a maior surpresa deste fotógrafo veio quando, limpando o pó, se apercebeu da página em que a Bíblia tinha ficado gravada no ferro. «Ouvistes o que foi dito: “olho por olho, dente por dente!” Eu, porém, digo-vos: não vos vingueis de quem vos fez mal. Pelo contrário: se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a esquerda!», podia ler-se no capítulo dedicado à justiça e à retaliação. «De todas as páginas em que se podia ter fundido, foi notável que tivesse sido nesta», referiu o fotógrafo.
Palavras proferidas por Jesus, há dois mil anos, mas que ecoaram no coração daquele fotógrafo. «O meu espanto ao ver a página em que tinha ficado aberta a Bíblia foi enorme e fez-me perceber que a mensagem bíblica sobrevive à passagem do tempo, e que, em cada era, a devemos interpretar à luz do tempo, conforme a ocasião assim o exigir», referiu Joel.
Tantas palavras, tantos capítulos nos quais poderia ter ficado aquela Bíblia fundida no metal. Mas foram as palavras de Jesus no Sermão da Montanha, no capítulo 5 do Evangelho de Mateus, que ficaram expostas para quem quisesse ler e compreender a mensagem.
O artefacto, recolhido em 2002, foi entregue em 2010 à Fundação 9/11 e pode hoje ser visto no Museu Nacional do 11 de setembro, em Nova Iorque.
Ver vídeo aqui:
 https://www.youtube.com/watch?v=VV6BtdNaI8E
Fonte: Família Cristã.

Fanny Crosby: uma cegueira iluminada

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Frances  Jane Van Alstyne, poeta e  escritora de hinos, conhecida por Fanny Crosby, nasceu em New York a 24 de Março de 1820. Com seis semanas de vida perdeu a visão, por negligência do médico-assistente, mas apesar disso foi sempre notada a sua alegria e boa disposição.

Naquela época a mensagem do Evangelho foi plantada no coração da jovem Fanny, por intermédio da avó, que passava horas a ler-lhe a Bíblia. Fanny demonstrava ter uma memória extraordinária: decorou diversos trechos dos livros bíblicos de Rute e dos Salmos.

Em 1835 entrou numa escola para cegos, tendo concluído o curso em 1842. Cinco anos depois foi nomeada professora de Gramática, Retórica e História greco-romana, na mesma instituição, preenchendo a vaga até 1858. Em 1851 juntou-se à Igreja Episcopal Metodista, da qual foi desde então membro devoto.

Revelou talento poético ainda muito jovem, compondo os primeiros versos aos oito anos. Era descrita como uma criança impressionável, apreciadora das belezas da natureza e introspectiva.

O seu primeiro livro de poesia surgiu em 1844, com o título: “Uma rapariga cega e outros poemas” seguido de outros dois. De 1853 a 1858 escreveu várias canções, que foram musicadas por George F. Root, e algumas delas tornaram-se muito populares como: “Rosália a flor da pradaria”, e “Há música no ar”.

O seu primeiro hino para a Escola Dominical foi escrito em 1864, a pedido de William B.Bradbury, e durante os anos seguintes Fanny foi um manancial de hinos, canções e poemas até ao número de 8000, muitos dos quais foram publicados pela “The Biglow e Main., Co” de New York.

Os seus hinos são caracterizados pela simplicidade, rectidão e intenso fervor. Entre os mais populares está: “Segura nos braços de Jesus”, “Jesus mantém-me ao pé da cruz”, “Perto de Ti” e outros como “Exultação”:

A Deus demos glória com grande fervor;

Seu filho bendito por nós todos deu;

A graça concede ao mais vil pecador,

Abrindo-lhe a porta de entrada no céu.

 

Exultai! Exultai! Vinde todos louvar

A Jesus, Salvador, A Jesus, Redentor

A Deus demos glória por quanto do céu

Seu filho bendito por nós todos deu.

 

Oh! graça real, foi assim que Jesus,

Morrendo, seu sangue por nós derramou!

Herança nos céus, com os santos em luz,

Comprou-nos Jesus, pois o preço pagou.

 

Exultai! Exultai! Vinde todos louvar

A Jesus, Salvador, A Jesus, Redentor

A Deus demos glória por quanto do céu

Seu filho bendito por nós todos deu.

 

A crer nos convida tal rasgo de amor,

Nos merecimentos do Filho de Deus;

E quem, pois, confia no seu Salvador,

Vai vê-lo sentado na glória dos céus.

 

Exultai! Exultai! Vinde todos louvar

A Jesus, Salvador, A Jesus, Redentor

A Deus demos glória por quanto do céu

Seu filho bendito por nós todos deu.

Fanny Crosby nunca escreveu os seus poemas, mas completava-os na sua mente e ditava-os a um amanuense. Diz-se que chegava a compor doze ou mais hinos antes de os ditar para papel. Através da publicação do famoso “Hinos Gospel” e inumeráveis livros de hinos da Escola Dominical nos Estados Unidos e Inglaterra, pelo que os seus hinos são dos mais cantados e conhecidos em todo o mundo.

Um dia comentou: “Estava destinado pela abençoada providência de Deus que eu deveria ser cega toda a vida, e agradeço-Lhe. If perfect earthly sight were offered me tomorrow I would not accept it.Se me fosse oferecida amanhã uma vista perfeita eu não iria aceitar. I might not have sung hymns to the praise of God if I had been distracted by the beautiful and interesting things about me.Talvez não tivesse cantado hinos para o louvor de Deus, se tivesse sido distraída pelas coisas belas e interessantes sobre mim”. ”Quando chegar ao céu, o primeiro rosto que irá alegrar a minha vista será o do meu Salvador”.

Fanny Crosby era uma personalidade muito conhecida, convivendo com presidentes, generais e outras figuras de relevo na sociedade. Foi ela que tocou o hino: “Seguro nos braços de Jesus” no funeral do presidente Grant, em 1885. Nos últimos anos da vida tornou-se uma oradora muito popular.

Quando faleceu, a 12 de Fevereiro de 1915, ficou escrito na sua lápide: “ Tia Fanny. Bendita certeza, Jesus é meu. Oh, que vislumbre da glória divina.”

A força, a fraqueza e a protecção divina na guerra colonial em Angola

A força da fraqueza

Na celebração de ontem partimos da epifania de S. Paulo e do célebre “espinho na carne”, para o paradoxo bíblico da fraqueza e da força (“quando estou fraco então sou forte”).

Revisitámos a samaritana de Sicar, uma mulher fraca, com uma vida de fracassos recorrentes, face à abordagem de Jesus de Nazaré. Eis uma mulher fraca, falhada na vida, mas receptiva a Deus e sincera, duas coisas que fizeram toda a diferença.

E o que é o cristianismo, afinal, senão esta capacidade de renúncia, de morrer para mim mesmo a cada dia? S. Paulo dizia que “agora não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20). Esta capacidade de auto-anulação está presente em diversas dimensões da relação humana. Quantas pessoas não se anulam a si para beneficiar os filhos ou algum ente querido? Ou em nome de uma carreira profissional ou desportiva? Ou até em nome dum ideal religioso?

Só que alguma desta renúncia é feita em nome de uma satisfação futura, ao passo que a renúncia do Evangelho não é moeda de troca para coisa nenhuma. É renúncia para dar lugar a Cristo. Apenas. E essa é a nossa força.

Consciência da sua fraqueza e vulnerabilidade foi o que o nosso irmão em Cristo Engº. Joaquim Rocha sentiu na guerra em Angola, então um jovem mancebo, enfermeiro militar, na frente de batalha, no mato e no interior daquele território. Viu muitos mortos e feridos a cair à sua volta, mas sente que foi poupado por Deus com um propósito. Um testemunho rico, na rubrica “Momento com…”.

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Papa pede perdão a protestantes por perseguição no passado

Ao falar em cerimônia na Basílica de São Paulo, em Roma, o papa Francisco pediu perdão aos protestantes e membros de outras igrejas cristãs pela perseguição de católicos no passado. Ele também pediu aos católicos que perdoem aqueles que os perseguiram.

O Vaticano anunciou nesta segunda-feira, 25, que o pontífice vai visitar a Suécia este ano para marcar o 500° aniversário de reforma. A viagem está prevosta para o dia 31 de outubro para a cidade sueca de Lund, onde a Federação Luterana Mundial foi fundada em 1947.
Martinho Lutero é apontado como primeiro líder da Reforma Protestante, em 1517, ao ter escrito 95 teses, que ele teria pregado na porta de uma igreja de Wittenberg, criticando a Igreja Católica pela venda do perdão de pecados em troca de dinheiro.

Em toda a Europa e dentro do Cristianismo seguiu uma violenta divisão, às vezes, política, o que levou, entre outras coisas, à Guerra dos 30 anos, à destruição de mosteiros ingleses e à queima de vários “hereges” de ambos os lados.

Católicos tradicionalistas acusam o papa Francisco de fazer demasias concessões aos luteranos, particulamente em uma “oração comum” que ambas as religiões vão usar durante as comemorações de 2017.

 

Fonte: O Povo, via Pavablog.

Bíblia de Lutero de 1634 é encontrada na Alemanha

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Um exemplar de 1634 da Bíblia de Lutero foi encontrada pelas forças de segurança alemãs durante uma blitz na cidade de Lübeck, no norte o país. O exemplar, encadernado em couro e publicado pela Von Stern’sch Druckerei – editora fundada em 1614 – com o número 9, inclui na parte interior uma anotação à mão, informou a polícia nesta quarta-feira.

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Esta Bíblia de Martín Lutero (1483-1546) foi confiscada pelos agentes em agosto, que desde então buscam o legítimo proprietário da sagrada escritura. A polícia não quis dar mais detalhes sobre as circunstâncias da descoberta, e alegou que a investigação ainda está em andamento.

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A editora publicou desde sua fundação no século XVII ao redor de 60 exemplares da Bíblia. Segundo o especialista literário Wolfgang Schellmann, este exemplar, muito elaborado, é de uma raridade que não se vê há 20 anos em nenhum leilão.

Fonte: Terra, via Pavablog.

Carta em que Einstein diz que Deus criou mundo irá a leilão

Carta de Einstein deve ser leiloada por US$ 55 mil Foto: RR Auction / Reprodução

Foto: RR Auction / Reprodução

Na carta, Einstein nota que “Deus criou o mundo com muita elegância e inteligência”.

Uma carta escrita pelo físico Albert Einstein ao colega italiano Giovanni Giorgi, quando leccionava em Roma, será leiloada em 15 de Fevereiro nos Estados Unidos. A casa de leilões RR Auction espera receber ao menos US$ 55.000 (cerca de R$ 156.332) pela missiva.

Na carta, escrita em 12 de Julho de 1925, Einstein nota que “Deus criou o mundo com muita elegância e inteligência” e, depois de se referir a algumas experiências, conclui: “Eu não tenho dúvidas sobre a validade da teoria da relatividade”.

Na época, Giorgi era conhecido internacionalmente e na Itália como uma autoridade em eletromagnetismo. A curta mensagem está escrita no verso de um cartão postal assinado por “Suo Einsntein” ou “Do seu Einsntein”, em português.

Einstein tinha uma relação próxima com a Itália, onde esteve com sua família quando tinha entre 15 e 16 anos por muitos meses, e ele falava e escrevia fluentemente no idioma local. A carta pertencia a um coleccionador da França, que obteve o manuscrito de um italiano que colecciona artigos científicos.

Fonte: Terra.

Carta assinada por Albert Einstein Foto: RR Auction / Reprodução

Foto: RR Auction / Reprodução

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Pastores, ovelhas, palhaços e bodes, segundo Spurgeon

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Senaqueribe falha a conquista de Jerusalém no séc. VIII a. C.

As últimas palavras de Lutero

 

No último dia 18, contaram-se exatos 466 anos, o reformador Martinho Lutero morria em sua cidade natal, Eisleben, para onde havia ido, mesmo extremamente cansado, ajudar a resolver uma controvérsia entre os condes de Mansfeld.
Finalizada a negociação, Lutero se retirou para repousar, já sentindo dores no peito desde as 8 da noite do dia 17 de fevereiro de 1546, pelo que, ao se deitar, recitou o salmo 31:5, versículo que era conhecido à época como a oração dos que estavam morrendo: “Nas tuas mãos encomendo o meu espírito; tu me redimiste, Senhor Deus da verdade”. Por volta da 1 da manhã, já no dia 18 de fevereiro, Lutero acorda e aparentemente é vitimado por um derrame ou um ataque cardíaco (os médicos não chegaram a um consenso), e seus companheiros de viagem, Justus Jonas e Michael Coelius, ainda têm a oportunidade de lhe perguntar se ele estava preparado para morrer acreditando no Senhor Jesus Cristo e confessando a doutrina que ele próprio havia ensinado, ao que Lutero consegue responder um “Sim!”.
Ele dá seu último suspiro às 2:45 da manhã, aos 62 anos de idade. Foi sepultado na catedral de Wittenberg, a mesma em cuja porta havia afixado suas 95 teses 29 anos antes. Algum tempo depois, ao vasculharem seus pertences que haviam sido recolhidos de Eisleben, encontraram um papel onde estavam escritas em latim as suas últimas palavras, com exceção do trecho “Nós somos mendigos”, que estava escrito em alemão. A íntegra dessa nota é a seguinte:
Ninguém pode compreender Virgílio nas suas Bucólicas e Geórgicas a não ser que primeiro tenha sido pastor ou lavrador por 5 anos.

Ninguém compreende Cícero nas suas cartas a não ser que tenha se envolvido com negócios públicos de alguma importância por 20 anos.

Que ninguém suponha que já saboreou as Escrituras suficientemente a não ser que tenha governado sobre as igrejas por 100 anos com os profetas. Portanto, existe algo maravilhoso, primeiro, sobre João Batista; segundo, sobre Cristo; terceiro sobre os apóstolos. Não toquem com a sua mão nessa divina Eneida, mas se prostrem diante dos seus vestígios, em adoração.

Nós somos mendigos. Esta é a verdade.
Fonte: Genizah, via O Contorno da Sombra.  

O que habita ao abrigo de Deus (Trio Machados, 1969)

 

Arqueologia certifica existência da cidade de Ai, citada por Josué

Arqueologia certifica existência de Ai, cidade que cita Josué
Um pequeno amuleto achado ao norte de Jerusalém confirma a autenticidade de uma cidade mencionada no Livro de Josué de cuja existência se duvidava.
Um pequeno amuleto achado enquanto faziam-se escavações nas ruínas da fortaleza de Khirbet o- Maqatir , 9 km ao norte de Jerusalém confirma a autenticidade de uma cidade mencionada no Livro de Josué de cuja existência se duvidava.Uma equipe dirigida pela Associação de Investigação Bíblica (ABR, siglas em inglês) descobriu em uma gruta subterrânea, as ruínas de uma casa e mais de 100 moedas e um objeto de menos de duas polegadas em forma de escaravelho.Segundo um relatório publicado por ABS, dito objeto é uma peça decorativa que provavelmente se usou em um colar. Tem sido denominado escaravelho pela forma de besouro, inseto que os antigos egípcios veneravam porque o relacionavam com o deus sol.Este besouro tem inscrições que levam a concluir que o objeto provavelmente pertenceu ao último rei de Ai. Determinou-se que esta peça e os demais os objetos encontrados nesta escavação datam do final da era de bronze, entre 1550 e 1450 aC, período que concorda com o tempo do narrado no livro de Josué.

Considerado como a descoberta arqueológica mais importante de 2013, o besouro, junto com outros objetos encontrados em Khirbet o-Maqatir, estarão expostos no Museu da Universidade Baptista de Houston.

Textos sagrados

A história que menciona a cidade de Ai ao ser conquistada pelos israelitas está no capítulo 8 do Livro de Josué. No entanto a localização desta cidade até agora não tinha sido demonstrada com o que alguns duvidavam de sua existência real. Apesar de tudo, na zona já se tinham encontrado algumas evidências que apontavam a que esse era o lugar onde a cidade de Ai tinha estado localizada, ainda existiam dúvidas para a comunidade científica. Com esta última descoberta tem-se a certeza de que este é o lugar de seu assentamento arqueológico.

Segundo o Dr. Henry Smith Jr., diretor de ABR: “Nossa tese é que a fortaleza [de Ai] foi destruída ao final da Idade de Bronze. Tudo isto baseado na evidência arqueológica encontrada… A Biblia relata que a cidade de Ai foi invadida no final do século 15 aC e destruído pelos israelitas. O besouro encontrado coincide e apoia esta afirmação”.

“Muitas descobertas arqueológicas estão diretamente relacionados com as Escrituras e confirmam a historicidade do relato bíblico”, afirma o material publicado pelo Abr.

Fonte: Protestante digital.

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