Chamada para servir

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Panorâmica da Reforma Protestante

 

Esta manhã recebemos o Dr. Jorge Pinheiro, que nos apresentou uma panorâmica sobre a Reforma religiosa iniciada por Lutero, no século dezasseis, e suas consequências na Europa e no mundo, através duma palestra muito enriquecedora e criativa, a propósito da celebração dos 500 anos da reforma protestante na Europa (1517-2017).

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Celebrando a Reforma religiosa

Apresentação1

Quando Deus promete

A Promessa

Esta manhã, na Jubileu, reflectiu-se sobre a forma como Deus se revelou a Abraão e a dimensão da promessa que lhe foi entregue. A conclusão é que Deus tirou Abraão da sua terra e deu-lhe outra melhor; do seu clã e deu-lhe outro melhor; da sua cultura e deu-lhe outra melhor; do seu destino e deu-lhe outro melhor.

 

Josué: a aliança com Deus

Josué foi chamado por Deus para uma tarefa, recebeu d’Ele uma estratégia, enfrentou o primeiro grande teste: a passagem do Jordão. E agora Deus quer estabelecer uma aliança com o “povo do deserto”, renovando a velha aliança que estabelecera com o povo hebreu, os seus antepassados. Como é que Deus estabeleceu essa aliança com o povo? E que exemplos e ensinamentos podemos retirar daí para nós hoje? Foi o tema da celebração desta manhã, na Jubileu.

 

Cristãos em Aleppo juntos em oração, 2016

pauta

A estratégia de Josué

Hoje continuámos a série de estudos bíblicos baseada no Livro de Josué.

O processo de conquista implica uma estratégia. Qualquer militar sabe isso. A vida não é um jogo de sorte e azar. Tudo tem uma estratégia. Também no reino de Deus. Ex: Abraão, Moisés, David, José, Paulo. Jesus enviou os discípulos 2 a 2 e deu-lhes instruções – uma estratégia. Jesus ensinou que antes de construir uma torre há que fazer contas – uma estratégia. Ter uma estratégia não significa não ficar sensível ao E. Santo, a cada momento. Se tens uma chamada de Deus (todos temos) procura uma estratégia. Vamos pedir a Deus que nos mostre a estratégia certa para o tempo certo.

 

A Chamada de Josué

Ontem iniciámos uma nove série de estudos bíblicos baseada no Livro de Josué.

A “terra que mana leite e mel” era uma promessa/herança antiga, que vinha desde Abraão. Mas era necessário lutar por ela, conquistá-la. Temos que lutar espiritualmente pelas promessas de Deus na nossa vida.

Josué foi chamado por Deus para substituir Moisés na liderança do povo de Israel e tomar posse da terra. Moisés não o pode fazer e por isso morreu no cimo do Monte Nebo, à vista de Canaã. Mas para Josué emergir, Moisés tinha que sair de cena primeiro.

Conquista

 

Dentro de casa, longe do Pai

Esta manhã reflectimos sobre a parábola do Filho Pródigo, não apenas na sua dimensão espiritual, mas também nos ensinamentos que encerra quanto às relações familiares, sociais e humanas.

Jesus contou três estórias aos que o ouviam, depois de ser criticado pelos fariseus e escribas pelo facto de os publicanos e pecadores o ouvirem com atenção e por gastar tempo com eles.

Cremos que Jesus quis não apenas ensinar algo no mundo espiritual mas também no natural, e que Jesus quis desmontar a imagem grosseira do Deus do Antigo Testamento, chamando a atenção para o amor como base da comunhão e da relação com Deus.

O filho mais velho era o exemplo acabado do religioso que desconhece a Graça de Deus. O tema destas histórias é a Graça. Que leva a procurar a ovelha que se perde do rebanho, a moeda que se extravia e a receber o filho que estava longe.

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Efésios 2:13

E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Efésios 2:17.

A marca do testemunho

Concluímos hoje a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A quarta marca dessa identidade é o testemunho. O cristão é uma testemunha.

 

A marca do novo nascimento

Identidade cristã

Continuámos ontem a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A segunda marca dessa identidade é o novo nascimento. A grande diferença entre a praticar uma religião e nascer de novo, é a mesma entre fazer umas plásticas, ir ao ginásio, beber umas bebidas energéticas… ou então nascer! Jesus disse a Nicodemos: “aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”

Ouça e veja o vídeo.

“Ó Deus, submeto-me hoje à Tua Graça sublime, que me trouxe aqui e me despertou. Te agradeço pelas riquezas da Tua misericórdia, pela grandeza do Teu amor, e pelo do poder da Tua graça admirável.”

 

 

 

 

 

A primeira marca da identidade cristã é estar livre do poder do pecado

Identidade cristã

Iniciámos ontem uma série de estudos bíblicos sobre o tema Identidade Cristã. Afinal, quem somos em Cristo? Em tempos de falta de identidade geral, falemos da identidade cristã. Hoje as pessoas não sabem quem são…

 O que é a identidade? Identidade geográfica de origem: a terra onde se nasceu (ser alentejano; ter vindo de África; ser das ilhas; ser emigrante); identidade familiar: de quem é filho; identidade cultural: a cultura em que cresceu (gastronomia; música; vestuário); identidade religiosa: a religião que professa (fé; crenças);

Porém, há quem esteja a viver o poder do reino de Deus mas não lhe pertença. É o caso dos falsos profetas: Mateus 7:21-23. E também há quem conheça e guarde os princípios do reino, mas, ainda assim, não lhe pertence. É o caso do jovem rico: Mateus 19:16-22.

O que caracteriza então a minha identidade cristã? É a minha doutrina? É a liturgia do culto? São os preceitos religiosos? A primeira marca da identidade cristã é estar livre do poder do pecado ou da lei do pecado. Não ser escravo do pecado.

Quando a semente cai em boa terra

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Concluímos hoje a série de estudo bíblicos sobre a Parábola do Semeador.

(v15): “E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom, e dão fruto com perseverança.”

1-Conservar (a semente): preservar, reter, entesourar a semente.

2- Manter (a terra macia) (“coração honesto [ou recto] e bom [sincero]”. Se a semente é boa, se a terra é adequada, o resto depende das condições climatéricas, que não controlamos, porque é Deus que dá o crescimento: “Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1 Coríntios 3:7).

3- Frutificar: A árvore é generosa, ela os seus frutos; o fruto não é apenas prova de natureza (“pelos frutos os conhecereis”) mas também acto de entrega.

4- Perseverar: ficar firme; não ser como a onda do mar: “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte” Tiago 1:6). Ideia de paciência (resiliência).

Conclusão: Não basta receber a semente (ouvir a Palavra), é preciso conservá-la, retê-la, tratá-la como um tesouro, mantendo um coração recto e sincero.
É preciso agir de imediato na criação de fruto, pelo qual nos havemos de dar aos outros, ficando firmes e sendo pacientes, face às condições do tempo, que não podemos controlar

Oração: Senhor, que a semente da Tua Palavra não seja pisada nem roubada na minha vida, que ela não fique seca e mirrada, nem sufocada em mim, mas que crie raízes e frutifique um fruto maduro e abundante, para minha bênção e Tua glória. Amém.

Aventuras e desventuras duma Semente

A semente sufocada

Aventuras e desventuras duma Semente

Continuámos hoje a série de estudos bíblicos sobre a Palavra de Deus como semente, com base em Lucas 8:4-15.

Desta vez a ênfase foi na Palavra sufocada: (v14): ”E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição”.

O que são os espinhos que sufocam a semente? O espinho dos cuidados da vida. O que são os cuidados da vida? São as preocupações que podem sufocar a Palavra. Mas também o espinho das riquezas da vida. O que são as riquezas da vida? O que mais valorizamos na vida; o que colocamos em primeiro lugar na nossa vida e que pode sufocar a Palavra. E ainda o espinho dos deleites da vida. O que são os deleites da vida? O que nos dá prazer e que pode sufocar a semente da Palavra em nós, em virtude de prioridades desordenadas.

Os espinhos que sufocam a semente da Palavra no nosso coração são as preocupações, as riquezas da vida e os seus prazeres.

E o que significa “não dão fruto com perfeição”? Que o fruto não chega a amadurecer. Esta é a pior situação: parece que deu fruto, mas ele não presta para nada… Quando deixamos sufocar a semente, comprometemos o fruto. Damos uma espécie de “fruto fingido”.

Oração: Senhor, que a semente da Tua Palavra não seja sufocada em nós, mas crie raízes e frutifique, que dê um fruto maduro e com perfeição.  

 

 

A Igreja do Jubileu ao serviço da comunidade

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A nossa igreja cedeu gratuitamente mais uma vez o auditório principal para os ensaios e festas de fim de ano lectivo da Escola das Laranjeiras (Jardim de Infância e 1º. Ciclo), nos passados dias  22, 23, 26 e 27. O auditório ficou repleto com as crianças e seus familiares. Os alunos foram estimulados a doar produtos alimentares e outros para as famílias carenciadas e apoiadas pelo Projecto SOS Bebé, da nossa associação sem fins lucrativos (“Jubileu Mais”). A Igreja do Jubileu sempre ao serviço da comunidade.

 

A Palavra mirrada

Aventuras e desventuras duma Semente

Hoje prosseguiu a série de estudos bíblicos sobre a Palavra de Deus como semente, com base em Lucas 8:4-15.

Desta vez a ênfase foi na Palavra mirrada: (v13) “E os que estão sobre pedra, estes são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria, mas, como não têm raiz, apenas crêem por algum tempo, e no tempo da tentação (tribulação) se desviam”.

Quais são as pequenas pedras que estão na terra lavrada? Por exemplo, a pedra da dúvida, a pedra do desânimo ou a pedra da tribulação.

E o que significa criar raiz? Tem que ver com inserção, segurança, comunhão.

  1. Comunhão com Deus, que tem 2 vertentes: Conhecer Deus e ter intimidade com Ele, e conhecer-me a mim e trabalhar a minha mente e coração na Sua presença;
  2. Comunhão com os irmãos (proximidade, suporte, adoração comunitária; modelação).

Conclusão: A raiz é que faz a diferença. O cristão desenraizado, não só não dá fruto, nem se reproduz, como ainda mirra espiritualmente.

 

 

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