Chamada para servir

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Josué: a aliança com Deus

Josué foi chamado por Deus para uma tarefa, recebeu d’Ele uma estratégia, enfrentou o primeiro grande teste: a passagem do Jordão. E agora Deus quer estabelecer uma aliança com o “povo do deserto”, renovando a velha aliança que estabelecera com o povo hebreu, os seus antepassados. Como é que Deus estabeleceu essa aliança com o povo? E que exemplos e ensinamentos podemos retirar daí para nós hoje? Foi o tema da celebração desta manhã, na Jubileu.

 

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Cristãos em Aleppo juntos em oração, 2016

pauta

A estratégia de Josué

Hoje continuámos a série de estudos bíblicos baseada no Livro de Josué.

O processo de conquista implica uma estratégia. Qualquer militar sabe isso. A vida não é um jogo de sorte e azar. Tudo tem uma estratégia. Também no reino de Deus. Ex: Abraão, Moisés, David, José, Paulo. Jesus enviou os discípulos 2 a 2 e deu-lhes instruções – uma estratégia. Jesus ensinou que antes de construir uma torre há que fazer contas – uma estratégia. Ter uma estratégia não significa não ficar sensível ao E. Santo, a cada momento. Se tens uma chamada de Deus (todos temos) procura uma estratégia. Vamos pedir a Deus que nos mostre a estratégia certa para o tempo certo.

 

A Chamada de Josué

Ontem iniciámos uma nove série de estudos bíblicos baseada no Livro de Josué.

A “terra que mana leite e mel” era uma promessa/herança antiga, que vinha desde Abraão. Mas era necessário lutar por ela, conquistá-la. Temos que lutar espiritualmente pelas promessas de Deus na nossa vida.

Josué foi chamado por Deus para substituir Moisés na liderança do povo de Israel e tomar posse da terra. Moisés não o pode fazer e por isso morreu no cimo do Monte Nebo, à vista de Canaã. Mas para Josué emergir, Moisés tinha que sair de cena primeiro.

Conquista

 

Dentro de casa, longe do Pai

Esta manhã reflectimos sobre a parábola do Filho Pródigo, não apenas na sua dimensão espiritual, mas também nos ensinamentos que encerra quanto às relações familiares, sociais e humanas.

Jesus contou três estórias aos que o ouviam, depois de ser criticado pelos fariseus e escribas pelo facto de os publicanos e pecadores o ouvirem com atenção e por gastar tempo com eles.

Cremos que Jesus quis não apenas ensinar algo no mundo espiritual mas também no natural, e que Jesus quis desmontar a imagem grosseira do Deus do Antigo Testamento, chamando a atenção para o amor como base da comunhão e da relação com Deus.

O filho mais velho era o exemplo acabado do religioso que desconhece a Graça de Deus. O tema destas histórias é a Graça. Que leva a procurar a ovelha que se perde do rebanho, a moeda que se extravia e a receber o filho que estava longe.

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Efésios 2:13

E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Efésios 2:17.

A marca do testemunho

Concluímos hoje a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A quarta marca dessa identidade é o testemunho. O cristão é uma testemunha.

 

A marca do novo nascimento

Identidade cristã

Continuámos ontem a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A segunda marca dessa identidade é o novo nascimento. A grande diferença entre a praticar uma religião e nascer de novo, é a mesma entre fazer umas plásticas, ir ao ginásio, beber umas bebidas energéticas… ou então nascer! Jesus disse a Nicodemos: “aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”

Ouça e veja o vídeo.

“Ó Deus, submeto-me hoje à Tua Graça sublime, que me trouxe aqui e me despertou. Te agradeço pelas riquezas da Tua misericórdia, pela grandeza do Teu amor, e pelo do poder da Tua graça admirável.”

 

 

 

 

 

A primeira marca da identidade cristã é estar livre do poder do pecado

Identidade cristã

Iniciámos ontem uma série de estudos bíblicos sobre o tema Identidade Cristã. Afinal, quem somos em Cristo? Em tempos de falta de identidade geral, falemos da identidade cristã. Hoje as pessoas não sabem quem são…

 O que é a identidade? Identidade geográfica de origem: a terra onde se nasceu (ser alentejano; ter vindo de África; ser das ilhas; ser emigrante); identidade familiar: de quem é filho; identidade cultural: a cultura em que cresceu (gastronomia; música; vestuário); identidade religiosa: a religião que professa (fé; crenças);

Porém, há quem esteja a viver o poder do reino de Deus mas não lhe pertença. É o caso dos falsos profetas: Mateus 7:21-23. E também há quem conheça e guarde os princípios do reino, mas, ainda assim, não lhe pertence. É o caso do jovem rico: Mateus 19:16-22.

O que caracteriza então a minha identidade cristã? É a minha doutrina? É a liturgia do culto? São os preceitos religiosos? A primeira marca da identidade cristã é estar livre do poder do pecado ou da lei do pecado. Não ser escravo do pecado.

Quando a semente cai em boa terra

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Concluímos hoje a série de estudo bíblicos sobre a Parábola do Semeador.

(v15): “E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom, e dão fruto com perseverança.”

1-Conservar (a semente): preservar, reter, entesourar a semente.

2- Manter (a terra macia) (“coração honesto [ou recto] e bom [sincero]”. Se a semente é boa, se a terra é adequada, o resto depende das condições climatéricas, que não controlamos, porque é Deus que dá o crescimento: “Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1 Coríntios 3:7).

3- Frutificar: A árvore é generosa, ela os seus frutos; o fruto não é apenas prova de natureza (“pelos frutos os conhecereis”) mas também acto de entrega.

4- Perseverar: ficar firme; não ser como a onda do mar: “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte” Tiago 1:6). Ideia de paciência (resiliência).

Conclusão: Não basta receber a semente (ouvir a Palavra), é preciso conservá-la, retê-la, tratá-la como um tesouro, mantendo um coração recto e sincero.
É preciso agir de imediato na criação de fruto, pelo qual nos havemos de dar aos outros, ficando firmes e sendo pacientes, face às condições do tempo, que não podemos controlar

Oração: Senhor, que a semente da Tua Palavra não seja pisada nem roubada na minha vida, que ela não fique seca e mirrada, nem sufocada em mim, mas que crie raízes e frutifique um fruto maduro e abundante, para minha bênção e Tua glória. Amém.

Aventuras e desventuras duma Semente

A semente sufocada

Aventuras e desventuras duma Semente

Continuámos hoje a série de estudos bíblicos sobre a Palavra de Deus como semente, com base em Lucas 8:4-15.

Desta vez a ênfase foi na Palavra sufocada: (v14): ”E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição”.

O que são os espinhos que sufocam a semente? O espinho dos cuidados da vida. O que são os cuidados da vida? São as preocupações que podem sufocar a Palavra. Mas também o espinho das riquezas da vida. O que são as riquezas da vida? O que mais valorizamos na vida; o que colocamos em primeiro lugar na nossa vida e que pode sufocar a Palavra. E ainda o espinho dos deleites da vida. O que são os deleites da vida? O que nos dá prazer e que pode sufocar a semente da Palavra em nós, em virtude de prioridades desordenadas.

Os espinhos que sufocam a semente da Palavra no nosso coração são as preocupações, as riquezas da vida e os seus prazeres.

E o que significa “não dão fruto com perfeição”? Que o fruto não chega a amadurecer. Esta é a pior situação: parece que deu fruto, mas ele não presta para nada… Quando deixamos sufocar a semente, comprometemos o fruto. Damos uma espécie de “fruto fingido”.

Oração: Senhor, que a semente da Tua Palavra não seja sufocada em nós, mas crie raízes e frutifique, que dê um fruto maduro e com perfeição.  

 

 

A Igreja do Jubileu ao serviço da comunidade

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A nossa igreja cedeu gratuitamente mais uma vez o auditório principal para os ensaios e festas de fim de ano lectivo da Escola das Laranjeiras (Jardim de Infância e 1º. Ciclo), nos passados dias  22, 23, 26 e 27. O auditório ficou repleto com as crianças e seus familiares. Os alunos foram estimulados a doar produtos alimentares e outros para as famílias carenciadas e apoiadas pelo Projecto SOS Bebé, da nossa associação sem fins lucrativos (“Jubileu Mais”). A Igreja do Jubileu sempre ao serviço da comunidade.

 

A Palavra mirrada

Aventuras e desventuras duma Semente

Hoje prosseguiu a série de estudos bíblicos sobre a Palavra de Deus como semente, com base em Lucas 8:4-15.

Desta vez a ênfase foi na Palavra mirrada: (v13) “E os que estão sobre pedra, estes são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria, mas, como não têm raiz, apenas crêem por algum tempo, e no tempo da tentação (tribulação) se desviam”.

Quais são as pequenas pedras que estão na terra lavrada? Por exemplo, a pedra da dúvida, a pedra do desânimo ou a pedra da tribulação.

E o que significa criar raiz? Tem que ver com inserção, segurança, comunhão.

  1. Comunhão com Deus, que tem 2 vertentes: Conhecer Deus e ter intimidade com Ele, e conhecer-me a mim e trabalhar a minha mente e coração na Sua presença;
  2. Comunhão com os irmãos (proximidade, suporte, adoração comunitária; modelação).

Conclusão: A raiz é que faz a diferença. O cristão desenraizado, não só não dá fruto, nem se reproduz, como ainda mirra espiritualmente.

 

 

Homenagem às vítimas da catástrofe de Figueiró dos Vinhos e intercessão pelos seus familiares

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Esta manhã, na Jubileu, começámos por interceder a Deus pelos familiares das vítimas da catástrofe de ontem em Figueiró dos Vinhos, porventura a de maiores custos em termos humanos durante muitos anos. A Margarida Brás tocou uma peça clássica no piano em homenagem aos mortos e feridos.

Aventuras e desventuras duma Semente

Iniciámos hoje uma série de palestras bíblicas sobre a Palavra de Deus enquanto semente, e todas as implicações que a metáfora tem para aqueles que a ouvem. Tal como a semente, a Palavra tem potencial para dar fruto. Segundo os dicionários, semente é “a parte do fruto própria para a reprodução”; assim, a Palavra de Deus é própria para se reproduzir”. Mas também é “o óvulo maduro e já fecundado”; a Palavra de Deus não precisa de amadurecer. Está pronta para a reprodução. Além disso já foi fecundada pelo Espírito Santo.

Esta primeira reflexão foi sobre a Palavra pisada e roubada (Lc 8:5; 12).

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Visão e estratégia

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Esta manhã fomos abençoados pela presença e pregação do Pr. Fernando Caldeira da Silva (África do Sul), que se referiu ao profeta Ezequiel quando, no exílio da Babilónia, no meio do cativos, junto ao rio Quebar, recebeu uma visão de Deus, mas também uma estratégia para a restauração do povo judeu. Ainda hoje se “abrem os céus” e Deus dá visão e estratégia ao seu povo.

O Pentecostes como celebração de toda a provisão divina

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o Pentecostes não nasceu com os pentecostais, nem significa apenas baptismo ou revestimento do Espírito Santo ou o exercício dos dons espirituais. É muito mais do que isso. A grande lição do Pentecostes cristão é que a provisão espiritual também vem de Deus, tal como a natural. O mesmo Deus que providenciava dons naturais (as colheitas), providencia agora os dons espirituais ou carismas.

Não se espera que os cristãos celebrem a Festa das Colheitas. Já não vivemos no tempo da lei de Moisés, mas no tempo da Graça. A nossa Festa das Colheitas, o nosso Pentecostes, é celebrar todos os dias que TODA a provisão vem do nosso Deus, tanto os dons naturais como os espirituais, tanto o material como o espiritual. Mas a ênfase bíblica não é no carisma mas no carácter.

O Pentecostes vem desde a Festa das Colheitas, no Antigo Israel, passa pelo Cenáculo, na Jerusalém do I século, passa pelo movimento pentecostal moderno (que surge no início do séc. XX), e chega até hoje.

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