Homenagem às vítimas da catástrofe de Figueiró dos Vinhos e intercessão pelos seus familiares

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Esta manhã, na Jubileu, começámos por interceder a Deus pelos familiares das vítimas da catástrofe de ontem em Figueiró dos Vinhos, porventura a de maiores custos em termos humanos durante muitos anos. A Margarida Brás tocou uma peça clássica no piano em homenagem aos mortos e feridos.

Aventuras e desventuras duma Semente

Iniciámos hoje uma série de palestras bíblicas sobre a Palavra de Deus enquanto semente, e todas as implicações que a metáfora tem para aqueles que a ouvem. Tal como a semente, a Palavra tem potencial para dar fruto. Segundo os dicionários, semente é “a parte do fruto própria para a reprodução”; assim, a Palavra de Deus é própria para se reproduzir”. Mas também é “o óvulo maduro e já fecundado”; a Palavra de Deus não precisa de amadurecer. Está pronta para a reprodução. Além disso já foi fecundada pelo Espírito Santo.

Esta primeira reflexão foi sobre a Palavra pisada e roubada (Lc 8:5; 12).

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Visão e estratégia

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Esta manhã fomos abençoados pela presença e pregação do Pr. Fernando Caldeira da Silva (África do Sul), que se referiu ao profeta Ezequiel quando, no exílio da Babilónia, no meio do cativos, junto ao rio Quebar, recebeu uma visão de Deus, mas também uma estratégia para a restauração do povo judeu. Ainda hoje se “abrem os céus” e Deus dá visão e estratégia ao seu povo.

O Pentecostes como celebração de toda a provisão divina

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o Pentecostes não nasceu com os pentecostais, nem significa apenas baptismo ou revestimento do Espírito Santo ou o exercício dos dons espirituais. É muito mais do que isso. A grande lição do Pentecostes cristão é que a provisão espiritual também vem de Deus, tal como a natural. O mesmo Deus que providenciava dons naturais (as colheitas), providencia agora os dons espirituais ou carismas.

Não se espera que os cristãos celebrem a Festa das Colheitas. Já não vivemos no tempo da lei de Moisés, mas no tempo da Graça. A nossa Festa das Colheitas, o nosso Pentecostes, é celebrar todos os dias que TODA a provisão vem do nosso Deus, tanto os dons naturais como os espirituais, tanto o material como o espiritual. Mas a ênfase bíblica não é no carisma mas no carácter.

O Pentecostes vem desde a Festa das Colheitas, no Antigo Israel, passa pelo Cenáculo, na Jerusalém do I século, passa pelo movimento pentecostal moderno (que surge no início do séc. XX), e chega até hoje.

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“Life Sound Choir” encerrou celebrações dos 70 anos da Igreja do Jubileu

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Ontem a Igreja do Jubileu encerrou as celebrações do seu 70º aniversário, que decorreram durante este mês de Maio, com a visita do inspirador Life Sound Choir, grupo musical composto por elementos de diversas igrejas evangélicas, dirigido por Armando Miguez.

Entre montes e vales

O Pr. Brissos pregou sobre a um dos grandes problemas das pessoas de hoje, que é a falta de firmeza e de consistência, a ausência de convicções, a inconstância. Um dia no cimo da montanha, outro no vale. Dizem que é uma característica dos portugueses, que passam rapidamente da euforia à depressão e vice-versa. A perturbação bipolar cristã é uma doença espiritual.

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Misericórdia em vez de sacrifício

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No passado domingo reflectiu-se no significado do texto do profeta Oseias, capítulo 6.

O profeta Oseias (significa “Salvação”) escreveu no séc. VIII a.C., nos últimos dias do reino de Israel, que vivia próspero mas em idolatria, imoralidade e injustiça.

Há quem defenda ser este o livro do Antigo Testamento que mais expõe o coração de Deus. Simbolicamente Oseias casa-se, mas a mulher torna-se adúltera. Ele sofre com a infidelidade dela, mas ainda mostra misericórdia e recebe-a de novo. Da mesma forma Deus viu a sua noiva, o povo de Israel, a envolver-se com “outros deuses”, ou seja, cometendo adultério espiritual. Ainda assim Deus revela graça e misericórdia para perdoar a esposa adúltera e estabelecer nova aliança com ela.

Na sua mensagem, Deus diz: “quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos” (v6). Porquê? Qual é o perigo do sacrifício? No tempo antigo era um símbolo da necessidade de satisfazer a justiça de Deus (“Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados”). Mas depressa foi transformado num ritual despojado de significado. O sacrifício não era um fim em si mesmo, mas um sinal, um símbolo. Deus quer que nós possamos crescer espiritualmente e entender que a misericórdia e o conhecimento de Deus são mais importantes do que o sacrifício. Paulo diz que a lei de Moisés era uma espécie de aio para nos conduzir a Cristo.

Sacrifícios, rituais e práticas religiosas não são o que Deus espera de nós. Ele quer mesmo é o nosso coração. Que possamos conhecer Deus e exercer misericórdia para com o nosso semelhante. “Quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”. Que Deus nos ajude a focar no que é importante.

A Igreja do Jubileu está a celebrar 70 anos de existência. Depois do culto realizou-se um almoço de aniversário no Cenáculo, que constituiu um tempo muito especial de comunhão.

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O verdadeiro (e único) altar do mundo

O altar do mundo

Reflexão bíblica sobre o único local que pode ser considerado o altar do mundo: o Calvário, onde Jesus se entregou a si mesmo por nós, tornando-se o Redentor da humanidade, e que não pode ser substituído nunca por qualquer santuário humano, mariano ou não.

1 Timóteo 2:1-5: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.”

 

 

Há resposta para a depressão

Abatidos...

 

Tema da reflexão bíblica esta manhã, na Jubileu, que contou com um momento de referência ao Dia da Mãe, em homenagem a todas as mães.

Segundo a imprensa: “As estimativas da OMS mostram que, em 2015, 788 mil pessoas cometeram suicídio, correspondendo a 1,5% de todas as mortes em todo o mundo. Foi inclusive a segunda principal causa de morte entre os 15 e os 29 anos. Em Portugal, dados de 2014 divulgados pela Direção-Geral da Saúde mostra que a taxa de suicídio passou para 11,7 por 100 mil habitantes, quando em 2012 e 2013 tinha sido de 10,1 por 100 mil habitantes. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre os 15 e os 29 anos”. Há 300 milhões de pessoas deprimidas no mundo. Em Portugal são cerca de 400 mil… A depressão será, dentro de alguns anos, a primeira doença em todo o mundo. Porquê? Porque as pessoas estão a viver contranatura.

A boa notícia é que Deus tem resposta para este problema. A Bíblia menciona muitos homens e mulheres que tiveram quadros depressivos: Ana sentiu-se “amargurada de alma” — uma expressão que significa ‘aflita’ e ‘muito triste’, por não conseguir engravidar (1 Samuel 1:10). O profeta Elias ficou tão triste a ponto de pedir a Deus que tirasse sua vida, por Jezabel querer matá-lo (1 Reis 19:4). Jonas ficou triste e desejou morrer quando a aboboreira secou (Jonas 4:8).

Por vezes somos abatidos mas não destruídos, pois podemos contar sempre com o nosso Deus para nos restaurar.

 

 

 

 

 

 

Como Deus nos surpreende numa esquina da nossa história

O processo do Encontro

De surpresa em surpresa, Deus lida connosco através do Encontro. Aconteceu com Moisés mas também com Saulo/Paulo. Tudo começa no Encontro. O processo do Encontro passa sempre pela consciência da Presença de Deus na nossa vida. E termina sempre num mandato missionário, que vem acompanhado da respectiva capacitação. Tema da meditação bíblica de ontem, na Jubileu.

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Quando o coração arde, tudo muda

crentes de coração frio

Celebração abençoada esta manhã, na Jubileu, com reflexão bíblica sobre os discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24:13-35).

Por vezes Jesus não se revela até que nós lhe possamos abrir o coração e contar as nossas frustrações, revelar-lhe as nossas fragilidades. Deixemos de fingir que somos fortes. Vamos aquecer o coração, vamos a Emaús, ao “riacho quente”. O Espírito Santo foi enviado para ser o nosso “companheiro do caminho”. Ele nos ajudará a voltar para a Palavra de Deus.

Depois do coração aquecido, tudo muda. Em vez de tristeza, o gozo da salvação; em vez de frustração, esperança; em vez de cobardia, partilha da boa nova (v33-35).

A ressurreição e a vida

O texto bíblico de João 11:25 diz: “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. Jesus dialoga com Marta em Betânia, mas esta não entende que Jesus Cristo vai ressuscitar logo de seguida o seu irmão Lázaro. Embora Marta tivesse fé em Jesus, ela não estava pronta para ver a manifestação do poder de Deus (v27). Ponto de partida para a pregação de Páscoa.

Celebração da Ressurreição 2017

O Cristo Ressuscitado convoca-nos a viver em novidade de vida. Vivamos essa vida como quem foi libertado do poder da morte e “passou da morte para a vida”.

 

Estêvão e Jesus face à morte

culto do Calvário

 

Há similaridades na atitude perante a morte entre Estêvão (o primeiro mártir do Cristianismo) e Jesus, para além de ambos terem morrido como mártires. Em particular há semelhanças entre os dois, face à morte. Base da reflexão bíblica de ontem à noite no Culto do Calvário.

 

O exemplo de ambos ainda fala hoje. Estêvão é o exemplo do servo, diácono e pregador. A sua morte foi consequência da sua vida de testemunho. Jesus é o nosso exemplo e modelo em tudo, e a sua morte foi diferente da de qualquer mártir do Cristianismo, porque foi substituinte (vicária), redentora/salvadora, e na ressurreição Jesus quebrou os grilhões da morte, oferecendo-nos vida eterna.

Sejamos gratos. Agradeçamos a Deus a sua Salvação em Cristo.

O grande segredo revelado na Última Ceia

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Realizou-se ontem o habitual Concerto de Páscoa na Igreja do Jubileu. O Pr. Brissos reflectiu sobre a Última Ceia de Cristo com os discípulos, realçando alguns ensinamentos do Mestre e em particular o grande segredo da felicidade, que andava a ser revelado por Ele desde o Sermão do Monte.

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