Chamada para servir

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

A Deus toda a glória

Homenagem às vítimas da catástrofe de Figueiró dos Vinhos e intercessão pelos seus familiares

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Esta manhã, na Jubileu, começámos por interceder a Deus pelos familiares das vítimas da catástrofe de ontem em Figueiró dos Vinhos, porventura a de maiores custos em termos humanos durante muitos anos. A Margarida Brás tocou uma peça clássica no piano em homenagem aos mortos e feridos.

Aventuras e desventuras duma Semente

Iniciámos hoje uma série de palestras bíblicas sobre a Palavra de Deus enquanto semente, e todas as implicações que a metáfora tem para aqueles que a ouvem. Tal como a semente, a Palavra tem potencial para dar fruto. Segundo os dicionários, semente é “a parte do fruto própria para a reprodução”; assim, a Palavra de Deus é própria para se reproduzir”. Mas também é “o óvulo maduro e já fecundado”; a Palavra de Deus não precisa de amadurecer. Está pronta para a reprodução. Além disso já foi fecundada pelo Espírito Santo.

Esta primeira reflexão foi sobre a Palavra pisada e roubada (Lc 8:5; 12).

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O verdadeiro (e único) altar do mundo

O altar do mundo

Reflexão bíblica sobre o único local que pode ser considerado o altar do mundo: o Calvário, onde Jesus se entregou a si mesmo por nós, tornando-se o Redentor da humanidade, e que não pode ser substituído nunca por qualquer santuário humano, mariano ou não.

1 Timóteo 2:1-5: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.”

 

 

As perguntas retóricas de Paulo

5 perguntas aos romanos

Abençoada Celebração de Ceia do Senhor esta manhã, na Jubileu, com sermão baseado em Romanos 8:28-39.

A riqueza da igreja de Roma estava na sua diversidade (judeus e gentios, homens e mulheres, ex-escravos e gente de dinheiro). Roma era o centro do Império Romano. Ali se constituíram muitas igrejas domésticas (na casa de Prisca e Áquila, na casa de Aristóbulo, na casa de Narciso, na casa de Asíncrito e na casa de Filólogo).

Há neste texto um conjunto de 5 perguntas retóricas, formuladas apenas para dar aos cristãos de Roma a consciência de que em tudo somos “mais do que vencedores” através de Jesus Cristo. Portanto, para estimular a sua fé e confiança em Deus, mesmo nos momentos difíceis.

Pergunta retórica é uma interrogação que não tem como objectivo obter uma resposta, mas sim estimular a reflexão do individuo sobre determinado assunto. A pessoa que faz uma pergunta retórica já sabe a resposta, visando ajudar o destinatário da interrogação a reflectir ou a entender determinado tema, assunto ou situação.

Paulo conclui: nada e ninguém nos pode separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (8.39). Mas se ninguém me pode separar do amor de Cristo; se sou mais do que vencedor face a todos os poderes, porque razão tantos ficam pelo caminho? Porque só eu me posso separar do amor de Deus!…

Uma flor na montureira

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Reflexão desta manhã na Jubileu. A essência da fé cristã deita por terra as teorias deterministas das circunstâncias. Ao nascer de novo a pessoa torna-se uma nova criatura em Cristo Jesus. Por outro lado deixa de ter impossíveis. “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” Não nos desculpemos com as circunstâncias da vida.

As circunstâncias condicionam mas não determinam a nossa vida.

Elas não determinam quem nós somos. Jesus está acima de toda e qualquer circunstância. Quando estamos em Cristo, a nossa circunstância passa a ser o próprio Espírito Santo. É Ele que nos guia em toda a verdade, que nos revela o coração do Pai, que nos inspira, que nos leva a Jesus.

 

Uma questão de Graça ou maldição

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Celebração de Ceia do Senhor esta manhã.

Somos chamados a ser o sal da terra, mas não para sermos transformados em colunas de sal. A diferença entre as duas situações é para onde andamos a olhar… Precisamos ter cuidado em ser sal da terra (isto é, Graça), sem nos transformarmos em estátuas de sal (que é maldição). Lucas (17:32): “Lembrai-vos da mulher de Ló.” Quem conhece a Deus e não quer ser o sal da terra, acaba por se transformar numa estátua de sal, que para nada serve. O que estás tu a ser nesta hora?

Que Deus nos ajude a ser o sal da terra e não colunas de sal.

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Com a verdade me enganas!

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Esta manhã, na Jubileu, partiu-se dum episódio bíblico relatado pelo evangelista Marcos, ao encontro do ditado popular “Com a verdade me enganas!”.

O falar verdade não quer dizer que a pessoa seja verdadeira. Pode ser falsa e dizer muitas verdades. Os inimigos de Jesus queriam prendê-lo mas não tinham coragem por causa do povo. Depois enviaram-Lhe um grupo de fariseus e herodianos, para ver se O apanhavam em falta. Vieram ter com Jesus e fizeram um conjunto de afirmações absolutamente verdadeiras sobre Ele.

Portanto, a declaração da autoridade, da divindade, da justiça e da integridade de Cristo, sendo verdadeiras, na boca de fariseus e herodianos eram ditas com o propósito de enganar. Não nos deixemos enganar por aqueles que, dizendo algumas verdades, todavia são animados por um espírito destruidor. É assim que funcionam os vigaristas…

Na verdade eles queriam colocar a Jesus a questão do imposto imperial, a pagar a Roma. Se Jesus dissesse para pagar, acusá-lo-iam de estar ao serviço de César e contra o povo judeu. Se dissesse para não pagar, iriam denunciá-lo como traidor a Roma.

Possamos nós pedir a Deus que nos dê discernimento de espíritos, para estarmos atentos aos que nos querem enganar, mesmo com a verdade. Em especial quando usam a verdade para fins de falsidade e engano. Oremos por discernimento, nas relações sociais, profissionais, familiares e espirituais.

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No “Momento com…” ouvimos o testemunho inspirador de George Porto, músico e professor de música, que serve a Deus na igreja.

 

 

Sei em quem tenho crido

Paz: do decreto divino à construção

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Na celebração de ontem, domingo, reflectimos sobre Efésios 2, quando se refere a Jesus Cristo: “Porque ele é a nossa paz”. A Paz é um tema apostólico recorrente nas cartas às igrejas no 1º. Século, como se pode verificar facilmente, em parte talvez devido à recorrente perseguição contra os cristãos.

Mas o que é esta Paz? Ela começa por ser um decreto divino (proclamado no momento da Encarnação, pelos anjos nos céus de Belém), e termina a ser uma tarefa na mão de todos os discípulos (de acordo com a exortação do Sermão do Monte, no sentido de sermos “pacificadores”, isto é, construtores da Paz). Pelo meio temos a Paz como contrato e como herança.

Paulo escreveu aos Efésios (6:15): “E calçados os pés na preparação do evangelho da paz”. A mensagem da Igreja é a mensagem da paz com Deus, através de Jesus Cristo. Somos filhos da Paz. Quem não tem paz, não vive em paz, precisa receber a herança (“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”, João 14:27), e tornar-se hoje um “filho da Paz”.

 

E que fazer quando a bênção não vem?

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Ontem recebemos a visita do Pr. Ezequias Costa e esposa, Isabel (São Paulo, Brasil), que abençoou a igreja pelo seu testemunho e pregação. Contaram como foi a experiência de lutar  e vencer um acidente vascular-cerebral.
Igualmente inspirador foi a partilha da Palavra à volta do tema “Quando a bênção não vem”. O que fazer quando a bênção não vem logo? Foi um desafio de fé que impactou a assistência.

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Sobre a Cruz

Da atitude conformista

 

A partir da ideia corrente em diversos meios religiosos, de que tudo o que está a acontecer ultimamente está previsto nas Escrituras, passar a afunilar nesse terreno quase todo o discurso e praxis, é também uma forma sub-reptícia de não tomar partido pela verdade e justiça, ou seja, de a Igreja não falar nem se mover profeticamente neste mundo (oikos).

Mas também é uma forma manhosa de tomar o partido dos mais fortes. A Bíblia diz que “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4:17), o chamado pecado por omissão. O pastor Martin Luther King Jr. dizia: “O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem carácter, dos sem ética… O que me preocupa é o silêncio dos bons.”

Se eu vir alguém com sede e o deixar morrer desidratado – enquanto culpo este mundo que está no “maligno” – acabei de pecar, de falhar o alvo. E o meu alvo natural seria dar um copo de água ao meu próximo, e não propriamente deixar-me ficar pelas meras apreciações e interpretações escatológicas. O sedento quer lá saber se a causa da sua sede estava prevista ou não nos textos bíblicos. Quer é beber água!…

Esta atitude conformista tem sido influenciada, ao longo da História, por razões conjunturais. Sempre que a Igreja foi aliada do poder político, pregou a submissão e justificou a exploração dos pobres pelos poderosos, e dos fracos pelos fortes, com essa coisa a que chamou “a vontade de Deus”, mas em flagrante contradição com o contexto geral das Escrituras, tanto no Antigo como no Novo Testamentos. Por outro lado, quando a Igreja era minoritária ou vivia sem os favores do poder, evitou fazer ondas, por receio de sofrer represálias ou mesmo perseguição. Duma forma ou de outra a Igreja foi vivendo e comportando-se na sociedade sempre em função do poder, ou por se sentir atraída e acolhida pelos círculos palacianos ou excluídas dos mesmos.

A atitude conformista estriba-se numa teologia escapista e cai no mesmo erro que os apóstolos combateram em meados do I século, no mundo gentio, quando alguns convertidos à fé cristã deixaram de trabalhar para aguardar a Parousia (Segunda Vinda de Cristo). A ponto de o apóstolo Paulo sentenciar: “Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto, que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também” (2 Tessalonicenses 3:10). No caso presente o absentismo não é profissional ou laboral mas testemunhal e profético.

O facto de aguardar a Parousia dessa forma inerte não compagina com a oração sacerdotal de Jesus de Nazaré (João 17) quando disse ao Pai: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (João 17:15). É isto que os conformistas ainda não entenderam. Não têm que sair do mundo (oikos) mas sim que evitar a prática do mal que o caracteriza. E ficar quieto e calado quando se pode fazer alguma coisa é ser comparticipante do mal. Além disso, ao “saírem” do mundo os conformistas perdem toda a capacidade de ser sal e luz, que é exactamente a sua função neste mesmo mundo.

Dir-se-á que a causa primeira da atitude conformista é o sentido de escala ou o chamado “complexo de minoria”, que facilita uma postura defensiva num mundo hostil à fé. Não nos parece. É que os cristãos verdadeiramente comprometidos com a sua fé são e sempre foram uma minoria, um remanescente, um pequeno “rebanho”: “Não temais, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino” (Lucas 12:32). O facto de nos sentirmos impotentes para mudar o mundo não justifica que optemos por não mexer uma palha.

Um pequeno gesto nosso pode fazer a diferença na vida de uma pessoa, pelo menos. E se assim for já mudámos alguma coisa no mundo. Não só porque “o que ganha almas é sábio” (Provérbios 11:30b), mas também porque uma alma vale mais do que o mundo inteiro “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mateus 16:26).

Quando a casa está a arder, o conformista bem pode gritar que já se previa tal desgraça, que já se estava à espera. Não vai adiantar nada. O que há a fazer é arregaçar as mangas e apagar o fogo, de modo a salvar vidas e bens. Por alguma razão Kennedy dizia que “o conformismo é carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento”.

Nem quero pensar que nesta matéria haja lugar para a política da terra queimada, isto é, quanto pior, melhor. Mas é exactamente isso que parece quando se ouvem alguns cristãos falar dos “últimos tempos”. Até: “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3:17).

José Brissos-Lino

 

 

O que Elias precisou aprender depois da vitória

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Celebração de grande bênção, baseada na história do profeta Eliseu e no encontro com a sua fragilidade, logo depois da retumbante vitória do Monte Carmelo.

Elias tinha acabado de derrotar os profetas de Baal. Jezabel ameaçou-o de morte e ele fugiu para o deserto, pedindo a Deus para morrer. Por vezes é depois das grandes vitórias que chegam as lutas mais duras.

Por vezes, depois da vitória vem a provação, mas um filho de Deus NUNCA está sozinho.

 

O dono das “palavras da vida eterna”

um homem singular

Esta manhã, na nossa celebração de domingo, apresentação de novo projecto musical (do Prof. George Porto), divulgação do Musical Camp da Adonia (musical “Rute”) e sermão sobre Jesus, a centralidade da Palavra e da nossa fé, aquele que possui as “palavras de vida eterna”.

Jesus é o centro de toda a Bíblia, é o motivo de toda a pregação das Escrituras, é o âmago da fé, não apenas crida mas vivida, isto é, posta em prática.

Quando muitos dos seus discípulos o deixaram, Jesus perguntou aos 12 se também queriam ir. A resposta de Pedro foi lapidar – era Ele, Jesus, o Cristo, quem tinha “as palavras da vida eterna”.

O Evangelho é a proclamação da vida de Deus e da sua projecção na eternidade. Nem os escribas, fariseus, sacerdotes ou mesmo João Baptista a anunciaram.

E o propósito de Deus para cada um de nós é que tenhamos vida, uma vida que valha a pena. Com abundância. E um futuro eterno na Sua presença, a vida eterna.

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O coração aquecido

Nuvem de etiquetas

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