Chamada para servir

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A Chamada de Josué

Ontem iniciámos uma nove série de estudos bíblicos baseada no Livro de Josué.

A “terra que mana leite e mel” era uma promessa/herança antiga, que vinha desde Abraão. Mas era necessário lutar por ela, conquistá-la. Temos que lutar espiritualmente pelas promessas de Deus na nossa vida.

Josué foi chamado por Deus para substituir Moisés na liderança do povo de Israel e tomar posse da terra. Moisés não o pode fazer e por isso morreu no cimo do Monte Nebo, à vista de Canaã. Mas para Josué emergir, Moisés tinha que sair de cena primeiro.

Conquista

 

O poeta João Tomás Parreira, depois de ouvir o vídeo da pregação do Pr. Brissos (27 de Agosto) “Dentro de casa, longe do Pai”, escreveu e enviou-nos este belo poema:

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NA CASA DO PAI, LONGE DO PAI

Lucas, XV, 11

 

Com os relógios desencontrados e os fusos

Horários diversos em cada coração, cruzavam

Os corredores da casa, poderiam até cruzar

À mesma hora, mas estavam longe

Poderiam amar, mas em frente ao próprio rosto

No espelho, tinham o mesmo pai mas

Perderam-se dele no trânsito dos olhos

Para o único amor, amarem-se a si mesmos.

 

01-09-2017

© João Tomaz Parreira

Esta manhã reflectimos sobre a parábola do Filho Pródigo, não apenas na sua dimensão espiritual, mas também nos ensinamentos que encerra quanto às relações familiares, sociais e humanas.

Jesus contou três estórias aos que o ouviam, depois de ser criticado pelos fariseus e escribas pelo facto de os publicanos e pecadores o ouvirem com atenção e por gastar tempo com eles.

Cremos que Jesus quis não apenas ensinar algo no mundo espiritual mas também no natural, e que Jesus quis desmontar a imagem grosseira do Deus do Antigo Testamento, chamando a atenção para o amor como base da comunhão e da relação com Deus.

O filho mais velho era o exemplo acabado do religioso que desconhece a Graça de Deus. O tema destas histórias é a Graça. Que leva a procurar a ovelha que se perde do rebanho, a moeda que se extravia e a receber o filho que estava longe.

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Efésios 2:13

E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Efésios 2:17.

O-navio-Titanic-nunca-afundou-

 

O relógio do enorme e luxuoso salão de baile marcava menos de duas horas da

madrugada da noite de 14 para 15 de abril de 1912. Todo mundo estava acordado. Os escaleres apinhados de mulheres e crianças da primeira classe já haviam descido. Vários passageiros já haviam pulado para a água gelada do mar. Alguns já haviam morrido por causa do impacto da queda e seus corpos boiavam ao redor do navio. A noite estava serena e o mar também.
Foi quando um dos violinistas, já no convés do Titanic, entre gritos de desespero, começou a tocar um dos mais ternos hinos religiosos, no que foi imediatamente acompanhado por outros violinos, viola e violoncelo. Talvez ninguém, naquela altura, tenha cantado ou cantarolado a conhecida letra da conhecida música. Mas, tanto uma como a outra, deve ter soado gostoso aos ouvidos de todos os que ainda estavam a bordo, antes de o navio se partir em dois e afundar de vez. Era pelo menos um pequeno conforto para quem não conseguiu lugar num dos botes salva-vidas e estava a apenas um passo da morte certa e pavorosa. Era também — quem sabe — uma confissão de última hora, para compensar a desatenção coletiva dada a Deus até então e a soberba daquele passageiro incontido que achava e declarou em público que nem Deus afundar o Titanic. Pois todos que ouviram a melodia certamente se lembraram no mínimo do título do hino: “Nearer, my God, to Thee” (Mais perto, meu Deus, de ti).
Não era a primeira vez que o hino “Mais perto, meu Deus, de ti” entrava para a história. Dois anos antes, em 1910, por ocasião da Convenção Mundial de Escolas Dominicais, realizada em Washington, ele foi cantado em 23 idiomas. E, em 1872, 40 anos antes, 50.000 pessoas o entoaram na celebração do Jubileu da Paz, na cidade de Boston.
A letra de “Mais perto, meu Deus”, de ti foi escrita há 158 anos, em novembro de 1840. Por uma inglesa chamada Sarah Flower Adams, que morreria tuberculosa 8 anos depois. Sarah era filha de um jornalista que passou 6 meses na cadeia por ter criticado o governo britânico, e esposa de um engenheiro civil que deu todo apoio aos seus dons artísticos. Ela publicou, em 1845, um catecismo para crianças com hinos, inclusive o Mais perto, meu Deus, de ti, com o título “The flock at the fountain” (O rebanho na bica).
A poesia de Sarah Adams, inspirada na visão de Jacó da escada que ligava o céu à terra (Gn 28.10-22), atravessou o Atlântico e foi parar nas mãos de um bancário e regente de coro chamado Lowell Mason, residente em Boston, nos Estados Unidos. Foi ele quem compôs a linda e singela melodia do hino em 1856. Três anos depois, a melodia apareceu com o nome de “Belhany”, pela primeira vez num hinário.
Esse Lowell foi quem introduziu o ensino de música nas escolas públicas de Boston, o primeiro passo para se tornar obrigatório também em todo o país. São de sua autoria mais de 1.500 hinos e arranjos religiosos. Lowell Mason é o primeiro doutor em música na história americana, grau conferido pela Universidade de Nova York, em 1835. O notável compositor sacro faleceu aos 80 anos, 40 anos antes do naufrágio do Titanic.
Mais perto, meu Deus, de ti
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de ti,
Inda que seja a dor
Que me una a ti.
Sempre hei de suplicar:
“Mais perto quero estar!
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de ti!”Mesmo vagando aqui
Na solidão,
De noite a descansar,
Dormindo ao chão,
Em sonhos vou clamar:
“Mais perto quero estar!
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de ti!”Minha alma cantará
A ti, Senhor!
Betel aqui verei
Por teu favor.
Eu sempre hei de rogar:
“Mais perto quero estar!
Mais perto quero estar, Meu Deus, de ti!”E quando a morte enfim
Me vier chamar,
Nos céus com o Senhor
Irei morar.
Então me alegrarei
Perto de Ti, meu Rei!
Perto de Ti, meu Rei,
Meu Deus de Ti! ”
(Novo Cântico, nº 116, tradução de João Gomes da Rocha.)
Fonte: Ultimato. 
Ouça a música aqui: https://youtu.be/RvPlGwqYxp8

Esta manhã concluímos a reflexão sobre o simbolismo da visão de Isaías – iniciada no domingo passado – de acordo com o relato do capítulo 6 do seu livro, e que mudou a vida do profeta. Em particular, debruçando-nos desta vez sobre o que acontece quando entramos na presença de Deus e O vemos na Sua glória e majestade.

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Não nos podemos rever no comportamento das pessoas que se afirmam cristãos, mas que consideram inferiores todos quantos creem de forma diferente ou professam religião ou espiritualidade diversa.

Olhemos para o exemplo do próprio Jesus Cristo.

Ele não diminuiu os cultos cananitas ou o paganismo romano. Não combateu os taumaturgos do seu tempo nem se envolveu em quaisquer querelas religiosas. Também não elegeu grupos particulares de pecadores para condenar em público.

Limitou-se a anunciar a chegada do reino de Deus, pregando o Evangelho e praticando as obras correspondentes.

Assim sejamos nós também.

JB-L

 

A visão de Isaías

Esta manhã falámos sobre o simbolismo da visão de Isaías, de acordo com o relato do capítulo 6 do seu livro, e que mudou a vida do profeta. No próximo domingo concluiremos a reflexão sobre este texto.

O Dr. Brissos Lino, pastor da Igreja do Jubileu, passa a apresentar semanalmente pequenos momentos de reflexão bíblica – “Janelas” – que são olhares inspiradores sobre a vida, com cerca de 3 minutos. O tema desta semana é: Sabedoria.

A marca do testemunho

Concluímos hoje a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A quarta marca dessa identidade é o testemunho. O cristão é uma testemunha.

 

A Deus toda a glória

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