Para onde anda o povo de Deus a olhar?

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Esta manhã, na Jubileu, reflectiu-se sobre o nosso olhar. Saulo esteve 3 dias sem poder olhar (sem ver o mundo físico). Saulo viu então o que Deus lhe mostrou (o mundo espiritual), e isso mudou a sua vida por completo. Para onde anda o povo de Deus a olhar?

Tempo ainda para ouvir o abençoado testemunho de vida da Ana Chipenda. na rubrica “Momento com…”

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Das ruínas das Torres Gémeas surge uma mensagem de reconciliação

Há 15 anos, dois aviões fizeram colapsar as Torres Gémeas, em Nova Iorque. Mais de 3 mil pessoas morreram quando as torres caíram sobre si, deixando um rasto de destruição e morte que até hoje impressiona os que visitam o memorial criado para homenagear os mortos. É precisamente nesse memorial que se encontra uma das peças mais extraordinárias encontradas nos escombros pelos bombeiros que fizeram o rescaldo das operações nos meses que se seguiram ao 11 de setembro.
Joel Meyerowitz é um fotógrafo que acompanhou, durante nove meses, todos os trabalhos feitos pelas equipas que operavam nas duas torres. Em março de 2002, enquanto fotografa, um bombeiro chama-o e entrega-lhe aquilo que afirmava ser mais um artefacto encontrado nos escombros da torre sul. Joel verificou que era uma Bíblia que, com o calor, se tinha fundido com um pedaço de metal do edifício. «Este pedaço de uma Bíblia queimada e coberta de poeira, fundida com o metal, veio das mãos de um bombeiro que sabia que eu era um dos guardiães das memórias daquele espaço», disse Joel Meyerowitz, em declarações citadas pelo New York Times.
Mas se o objeto em si era já extraordinário e digno de exposição, a maior surpresa deste fotógrafo veio quando, limpando o pó, se apercebeu da página em que a Bíblia tinha ficado gravada no ferro. «Ouvistes o que foi dito: “olho por olho, dente por dente!” Eu, porém, digo-vos: não vos vingueis de quem vos fez mal. Pelo contrário: se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a esquerda!», podia ler-se no capítulo dedicado à justiça e à retaliação. «De todas as páginas em que se podia ter fundido, foi notável que tivesse sido nesta», referiu o fotógrafo.
Palavras proferidas por Jesus, há dois mil anos, mas que ecoaram no coração daquele fotógrafo. «O meu espanto ao ver a página em que tinha ficado aberta a Bíblia foi enorme e fez-me perceber que a mensagem bíblica sobrevive à passagem do tempo, e que, em cada era, a devemos interpretar à luz do tempo, conforme a ocasião assim o exigir», referiu Joel.
Tantas palavras, tantos capítulos nos quais poderia ter ficado aquela Bíblia fundida no metal. Mas foram as palavras de Jesus no Sermão da Montanha, no capítulo 5 do Evangelho de Mateus, que ficaram expostas para quem quisesse ler e compreender a mensagem.
O artefacto, recolhido em 2002, foi entregue em 2010 à Fundação 9/11 e pode hoje ser visto no Museu Nacional do 11 de setembro, em Nova Iorque.
Ver vídeo aqui:
 https://www.youtube.com/watch?v=VV6BtdNaI8E
Fonte: Família Cristã.

A radicalidade do amor

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Na celebração desta manhã concluímos um estudo sobre o tema eventualmente mais fascinante de toda a revelação bíblica: a essência de Deus. O amor é a marca distintiva do cristão. Jesus deixou bem claro qual era o selo do discipulado perante o mundo (oikoumene): “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35).

Assim, o amor divino é o emblema, a marca, o distintivo do cristão comprometido com Cristo. Não há outro. Nem a doutrina, nem a tradição, nem a história, nem a confissão/denominação, nem a estrutura ou organização eclesial. Lembremo-nos: “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 João 4:8). Talvez precisemos, na nossa mornidão, nas nossas lutas diárias, de um verdadeiro baptismo de amor. No final, o amor vencerá.

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Ontem sofri uma “emboscada”

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Pois é. Umas largas dezenas de pessoas surpreenderam-me ontem, cerca das 20H40, na escuridão dum espaço, para uma festa de aniversário-surpresa. Foi uma boa emboscada. Em vez de me roubarem e maltratarem, acrescentaram-me e deram-me o prazer desse momento único. Sei que muitos não puderam comparecer por razões profissionais e outros impedimentos.

Durante o dia recebi inúmeras mensagens (chat, SMS, telefone, Facebook) de felicitações, talvez mais de cem. Como não posso responder a todas individualmente, como desejaria, aqui deixo a todos sem excepção, sensibilizado, o meu agradecimento.

Tem sempre um sabor especial saber que fazemos a diferença na vida de alguém, ou que somos uma referência positiva, apesar das nossas insuficiências e falhas. Algumas mensagens chegaram mesmo a surpreender-me pelo seu teor, sabendo eu que as pessoas não o fizeram por bajulação ou conveniência mas com sinceridade de coração. Nunca conhecemos inteiramente o alcance da nossa forma de estar na vida dos outros, nem em que exacta medida os influenciamos. Nunca, porque muitos não o confessam, por timidez ou receio de serem mal interpretados. São as linhas com que a nossa humanidade se cose.

Agradeço a Deus por estes 62 anos de vida e 31 anos de ministério pastoral.

Agradeço à Susete por ter organizado a “emboscada” sem que eu me apercebesse…

Pr. Brissos

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Amor: a revolucionária revelação da essência de Deus

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Esta manhã, na Celebração de Ceia do Senhor, iniciámos um estudo – que se prolongará por parte do mês – do tema eventualmente mais fascinante de toda a revelação bíblica: a essência de Deus.

O apóstolo João – o mais íntimo de Jesus – é bastante claro quando identifica a essência divina, o íntimo do Deus-Pai revelado nas Escrituras, com o princípio do Amor: “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor (1 João 4:8).

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Paz: do decreto divino à construção

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Na celebração de ontem, domingo, reflectimos sobre Efésios 2, quando se refere a Jesus Cristo: “Porque ele é a nossa paz”. A Paz é um tema apostólico recorrente nas cartas às igrejas no 1º. Século, como se pode verificar facilmente, em parte talvez devido à recorrente perseguição contra os cristãos.

Mas o que é esta Paz? Ela começa por ser um decreto divino (proclamado no momento da Encarnação, pelos anjos nos céus de Belém), e termina a ser uma tarefa na mão de todos os discípulos (de acordo com a exortação do Sermão do Monte, no sentido de sermos “pacificadores”, isto é, construtores da Paz). Pelo meio temos a Paz como contrato e como herança.

Paulo escreveu aos Efésios (6:15): “E calçados os pés na preparação do evangelho da paz”. A mensagem da Igreja é a mensagem da paz com Deus, através de Jesus Cristo. Somos filhos da Paz. Quem não tem paz, não vive em paz, precisa receber a herança (“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”, João 14:27), e tornar-se hoje um “filho da Paz”.

 

Do amor

 

 

 

 

“E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele” (1 João 4:16)

 

A teologia joanina é bastante enfática quando identifica a essência divina, o íntimo do Deus-Pai revelado nas Escrituras, com o princípio do Amor: “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 João 4:8).

O Deus cristão não está preferencialmente identificado – do ponto de vista da sua essência – como Justiça, por exemplo, ao contrário do Deus Iavé, do Antigo Israel, ou como Verdade, ao contrário da proclamação de Jesus de Nazaré: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

A ênfase do amor como essência divina seria revolucionária à época, pois quanto à descoberta da verdade já os gnósticos a procuravam e supervalorizavam, embora enquanto conhecimento místico alcançado. E quanto à justiça, estaria entranhada na cultura judaica, através da lei de Moisés. O amor, sim, era um conceito inovador – um estágio avançado da revelação divina, que é progressiva, como se compreende – nas culturas do mundo antigo, invariavelmente estribadas na violência e não na misericórdia, na lei do mais forte e não na compaixão, e no princípio de Talião.

Se virmos com atenção, a autoapresentação do Cristo comportava já em si mesma todas estas vertentes. Quando declarou ser o Caminho estava a falar de justiça: “Guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome” (Salmo 23:3b). Isto é, pelas veredas da vontade divina, que é a verdadeira justiça de Deus.

Quando o Mestre afirmava ser a Verdade, estava a assumir ser a perfeita revelação do Pai: “O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas” (Hebreus 1:3). Mas também a segurança da imutabilidade: “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação” (Tiago 1:17). Portanto, uma verdade eterna, que não muda.

Todavia, quando se afirma como Vida, no fundo fala de Amor. A Criação procedeu de um acto de amor: “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera” (Isaías 64:4), “Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19), e a vida humana normalmente é gerada da mesma forma, como fruto do amor de um homem e uma mulher.

Mas o princípio do amor levantava questões de difícil resolução. Era muito mais fácil uma pessoa guiar-se pela verdade ou pela justiça, do que pelo amor. Este era muito mais desafiador porque expõe a pessoa face ao outro, entregando voluntariamente ao outro a capacidade e a margem de manobra para o rejeitar a si mesmo. Pode-se dizer então que praticar o amor de Deus exige coragem.

 

O amor como dom

O amor de Deus não se vende nem se compra. É uma dádiva do céu, um dom divino. Não se encontra nas páginas dum código de justiça nem na descoberta duma verdade, por mais profunda que seja. Transcende a lei e o conhecimento. Funciona noutro plano.

O amor divino, enquanto dom, nunca é outorgado a um só indivíduo, para seu exclusivo benefício ou usufruto. Com a concessão do dom Deus pretende provocar uma reacção em cadeia, semelhante ao princípio da fusão nuclear, descoberta pelo homem no século passado mas inscrita no sol e nas grandes estrelas desde a Criação. O princípio da bomba atómica é justamente a reacção em cadeia de fusão nuclear. Cada acção vai provocando a próxima acção e assim sucessivamente.

A outorga do dom do amor pretende provocar este tipo reacção. Libertar amor gera mais amor. Uma pessoa que se sente amada tende a amar os que estão à sua volta.

O exercício do amor como mandamento

“E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5).

Jesus mandou aos seus discípulos que amassem o próximo. Não foi (nem é) um conselho, mas uma ordem. Só por aqui se pode comprovar que o “amor de Deus” (é desse tipo de amor que falamos) não é um sentimento, qualquer coisa volátil, flutuante, intermitente, nem tão pouco algo volitivo (dependente da vontade de cada um no momento). É um imperativo.

O amor-mandamento não se inscreve numa economia de trocas, não está dependente da atitude do outro ou da sua receptividade ou resposta à nossa abordagem.

Não está limitado pelo tipo de relações interpessoais que se desenvolvam com a pessoa em causa, por questões de empatia, simpatia ou identificação com o outro.

O amor-mandamento também não está condicionado aos méritos pessoais ou merecimento do outro.

Não tem que ver com o nosso estado psico-emocional pontual, de maior ou menor fragilidade, equilíbrio interno ou harmonia com o mundo envolvente.

Simplesmente, tem que ser. E, como diz o povo, o que tem que ser tem muita força. Mas porque razão tem que ser? É simples. O cristão é apenas um canal do amor divino derramado no seu coração. A recusa em amar o próximo, em todas as circunstâncias, não é mais do que a recusa em ser um instrumento nas mãos de Deus. Não se espera dum canal que obstrua o seu caudal, mas que o escoe. Não somos torneiras mas canais.

Se optarmos por obstruir este canal que somos, o caudal do amor cessa e o canal fica seco, ou seja, reduzido à morte espiritual. Portanto, a boa saúde e, em última análise, a vida espiritual do discípulo depende da sua capacidade de ser um canal, fiel na transmissão do amor divino para os outros, através da sua pessoa.

Quando se ouve um discípulo dizer que não é capaz de amar o próximo, significa que não está disponível para ser um canal do amor de Deus.

Assim, do ponto de vista teológico podemos dizer que o amor não é um sentimento, uma emoção ou produto da vontade humana, mas sim um produto do Espírito Santo que habita no crente. Segundo a Carta aos Romanos (5:5) o amor de Deus “está derramado” no íntimo do cristão, por operação do Espírito de Deus.

Mas está lá a fazer o quê? Para que efeito? Em parte para benefício e usufruto próprios, é certo. A consciência e percepção do amor de Deus (que Deus nos tem) é essencial para a “respiração” da fé pessoal do crente, muito em especial face a circunstâncias e vivências adversas. Mas não é tudo. Nem talvez o principal. O amor de Deus está lá para ser encaminhado para o irmão e o próximo, pois é essa a essência do Evangelho.

O cristão comprometido com Cristo e sua Igreja é um agente divino na terra, um discípulo, uma testemunha (marturia), um canal de bênção para os outros. O projecto de vida que Iavé reservou a Abraão foi, em última análise, que o patriarca se constituísse bênção para as nações: “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção” (Gênesis 12:2). Espera-se que os cristãos, como descendência espiritual do patriarca aliançado com Deus, retomem o estabelecimento de tal propósito – ser uma bênção na vida dos outros.

O amor e a última ceia

Esta partilha do amor de Deus pode comparar-se, de certo modo, ao partir do pão na última ceia de Cristo. Esta ceia comunitária fala de partilha do dom que está presente. O pão, depois de abençoado, torna-se bênção divina para os que o tomarem. Neste episódio há três momentos importantes a reter: primeiro o Mestre tomou o pão.

O pão, nas mãos santas de Jesus já não é só pão, um mero alimento confecionado a partir de cereais. Agora é também um instrumento divino, tal como a ferramenta na mão do carpinteiro.

Depois abençoou-o, ou seja, tornou-o dom de Deus, revestido de um simbolismo único, mas também de uma eficácia distinta (para que não haja “fracos”, “doentes” e “adormecidos” na congregação”, v. 30).

Finalmente partiu-o e distribui-o aos presentes. Ou seja, o dom de Deus não pode deixar de ser partilhado com todos os presentes, isto é, todos aqueles que se apresentarem à mesa. Daí a exortação enfática “esperai uns pelos outros” (v33b).

Na cultura da fé cristã tudo fala de partilha, de bênção, de propósito e de compromisso com Deus e o semelhante.

Uma questão de natureza

O exercício desse amor-mandamento, projectado nas nossas relações interpessoais, é denominado pelo apóstolo Paulo como “fruto do Espírito”, dentre outras evidências da presença e influência divinas em nós, através de Jesus Cristo, nosso Mediador: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” (Gálatas 5:22)

Mais. Jesus ensinou que seria pelos frutos que poderíamos conhecer a natureza do homem, da mesma forma como é pelo fruto que se identifica uma árvore: “Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?” (Mateus 7:16)

Pode alguém dizer que, se o amor é mandamento, então onde está a sua espontaneidade? E, por consequência, o seu valor? É aqui que entra a questão da natureza.

O homem “nascido da água e do espírito” (João 3:5) – condição sine qua non para entrar no reino de Deus – sofre uma mudança substantiva na sua natureza espiritual, na essência do seu ser. A teologia paulina da salvação afirma que o tal foi “vivificado com Cristo” (Efésios 2:5), pois antes estaria “morto em ofensas e pecados” (Efésios 2:1). A hamartologia mostra que a vida de Deus habita agora no convertido, através do Espírito Santo, e que as evidências da sua vida só podem ser as do Espírito que em si habita.

Apesar disso S. Paulo defende que persiste no crente uma luta latente e constante entre a “carne“ e o “espírito”, que pode fazer tropeçar e cair de forma recorrente o convertido, mas a marca distintiva da sua natureza será sempre a da “nova criatura”: “Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura” (Gálatas 6:15). 

O amor como entrega

O amor, portanto, é a marca distintiva mais decisiva na vida cristã. O apóstolo disse-o à comunidade cristã de Corinto de forma eloquente, na sua célebre definição do amor agape (I Coríntios 13), onde traça a natureza do amor de Deus como sendo essencialmente uma motivação e atitude de entrega ao outro sem condições.

Brunner (1889-1966), grande teólogo suíço do século XX, caracterizou a comunhão dos santos observada durante a igreja do primeiro século, como “um dar e receber recíproco”, retomando a fórmula de Lutero. (1)

Como não podia deixar de ser vamos encontrar o exemplo maior do dar e da entrega na vida de Jesus Cristo, nosso modelo e exemplo, “o qual se deu a si mesmo por nós” (Tito 2:14a), e, por amor, “se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave” (Efésios 5:2).  

O amor como marca distintiva

Jesus deixou bem claro qual era o selo do discipulado perante o mundo (oikoumene): “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35). Assim, o amor divino é o emblema, a marca, o distintivo do cristão comprometido com Cristo. Não há outro. Nem a doutrina, nem a tradição, nem a história, nem a confissão/denominação, nem a estrutura ou organização eclesial.

 

José Brissos-Lino

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  • Brunner, E. (2000). O Equívoco da Igreja. São Paulo: ed. Novo Século, p 68.

 

E que fazer quando a bênção não vem?

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Ontem recebemos a visita do Pr. Ezequias Costa e esposa, Isabel (São Paulo, Brasil), que abençoou a igreja pelo seu testemunho e pregação. Contaram como foi a experiência de lutar  e vencer um acidente vascular-cerebral.
Igualmente inspirador foi a partilha da Palavra à volta do tema “Quando a bênção não vem”. O que fazer quando a bênção não vem logo? Foi um desafio de fé que impactou a assistência.

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