O nosso Deus é grande

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Grande culto esta manhã, na Jubileu, à volta do tema “Da grandeza de Deus”. O nosso Deus é maior do que qualquer homem, nação, maior do que o Universo e do que qualquer poder do mundo natural ou sobrenatural. Ele é grande em Bondade, Misericórdia, Poder, Força, Sabedoria, Paciência, Longanimidade, Graça, Compaixão e Verdade. “Quão grande é o meu Deus”.

A carta da amizade, com Cristo dentro

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Concluiu-se neste domingo a série de sermões sobre “Relacionamentos significativos”, baseado na carta de Paulo a Filemon. Uma série de reflexões bíblicas muito rica e portadora de grandes ensinamentos práticos em matéria de relações humanas.

Em suma, se desejamos ter relacionamentos significativos, a qualquer nível (familiar, profissional, na igreja) temos que ter consciência de que precisamos uns dos outros; devemos honrar o trabalho dos outros; devemos valorizar os outros e amá-los.

Também precisamos de saber pedir em vez de ordenar; precisamos de saber colocar-nos no lugar do outro; e de aprender a ver um propósito de Deus em cada relacionamento.

Mas ainda necessitamos de investir qualitativamente nos nossos relacionamentos, para que subam de nível, de aprofundar o contacto pessoal, e de abençoar aqueles com quem estamos relacionados.

Casais da Jubileu esgotam abençoado Jantar Romântico

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Realizou-se ontem na Jubileu (Espaço Cenáculo) um Jantar Romântico para casais, com a lotação da sala esgotada. O evento, alusivo à data do Dia dos Namorados, foi um tempo de abençoado convívio fraterno, mas também de reflexão sobre princípios da vida conjugal, uma parte lúdica e algumas surpresas em tom romântico, que foram muito apreciadas.

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“Porque bem pode ser que ele se tenha separado de ti por algum tempo, para que o retivesses para sempre”.

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Na celebração de hoje continuámos a reflectir sobre o tema dos relacionamentos, à luz da carta de Paulo a Filemon, e nos ensinamentos precisos que ela encerra. Se desejamos ter relacionamentos significativos, a qualquer nível (familiar, profissional, na igreja) temos que ter consciência de que precisamos uns dos outros, devemos honrar o trabalho dos outros, devemos valorizar os outros e amá-los. Mas também precisamos de saber pedir em vez de ordenar, precisamos de saber colocar-nos no lugar do outro e de aprender a ver um propósito de Deus em cada relacionamento.

Mais do que doutrinas, Cristianismo é relacionamentos, com Deus, o irmão e próximo

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Durante este mês estamos a estudar os relacionamentos significativos, com base na Carta de Paulo a Filemon. Se desejamos ter relacionamentos sólidos e significativos, a qualquer nível (familiar, profissional, na igreja) temos que ter consciência de que precisamos uns dos outros; devemos honrar o trabalho dos outros; devemos valorizar os outros e amá-los.

Traídos pela aparência

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Tema do sermão desta manhã, na Igreja do Jubileu.

O mundo vive da aparência, mas a vida cristã está na essência: Mateus 7:13 e 14 – “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.” O engano do caminho é o engano da aparência.

 Através da manipulação da comunicação, da aparência, podemos enganar os outros, mas não enganamos Deus… (imagem manipulada garfo-colher)

Como podemos defender-nos do engano pelas falsas aparência? No Antigo Testamento (AT) os profetas eram provados e os falsos eram mortos. Na Nova Aliança, os cristãos são provados pelos frutos (carácter, vida pessoal, vida familiar). Já no AT Deus ensinou que a aparência era secundária (escolha do rei David pelo profeta Samuel). Não nos deixemos trair pela aparência das pessoas, das ideias ou das organizações.

João 7:24 – “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.” 

Oração: Senhor, ajuda-nos a ser íntegros em todas as coisas.

Uma flor na montureira

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Reflexão desta manhã na Jubileu. A essência da fé cristã deita por terra as teorias deterministas das circunstâncias. Ao nascer de novo a pessoa torna-se uma nova criatura em Cristo Jesus. Por outro lado deixa de ter impossíveis. “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” Não nos desculpemos com as circunstâncias da vida.

As circunstâncias condicionam mas não determinam a nossa vida.

Elas não determinam quem nós somos. Jesus está acima de toda e qualquer circunstância. Quando estamos em Cristo, a nossa circunstância passa a ser o próprio Espírito Santo. É Ele que nos guia em toda a verdade, que nos revela o coração do Pai, que nos inspira, que nos leva a Jesus.

 

Plenitude

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Em Cristo somos chamados a viver em plenitude, em inteireza, em totalidade. Somos chamados à inteireza, à plenitude em Cristo. Não façamos a coisa por menos. Tema do sermão de hoje na Jubileu. A Igreja reflecte a plenitude de Deus: Efésios 1:16-23 – “Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações:Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus, Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.”

 

O segundo Lázaro

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No fundo, a história de Lázaro – tema do sermão do culto de hoje –  é um pretexto para nos ser revelada a maravilhosa pessoa de Jesus Cristo, pois são muitos os ensinamentos que dela podemos recolher.

Logo depois de ter ressuscitado Lázaro foi alvo de conspiração. Queriam vê-lo morto, porque se tinha tornado um pólo de atracção e admiração por Jesus, o que incomodava os judeus. Foi nessas circunstâncias que os sacerdotes tentaram matá-lo, até pelas implicações políticas do caso. Depois da unção de Jesus em Betânia (uma semana após a ressurreição de Lázaro), ele não volta a ser citado nos textos bíblicos, mas tudo indica que não terá chegado a ser assassinado, pois os textos não o teriam ignorado, uma vez que Lázaro despertava muita atenção popular. Não se sabe onde, quando e em que circunstancias Lázaro morreu pela segunda vez.

O ser humano não precisa de ser ressuscitado como Lázaro, mas sim de nascer de novo.

Mas a segunda vida de Lázaro, esse novo tempo, pode simbolizar este novo ano. Tem os seus perigos, mas é um milagre. A vida é um milagre. Então vivamos o milagre neste novo ano.

 

A religião no mundo

 

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Segundo o portal Ciência & Vida, dados fornecidos pelo Atlas das Religiões mostram que cerca de 80% da humanidade pertence nominalmente a alguma instituição religiosa. Contudo, entre os restantes 20%, nem todos são francamente ateus ou sem credo.

A exemplo do que ocorre na China e nalguns outros países controlados por governos totalitários, milhões de devotos de variados matizes dissimulam as suas crenças e declaram-se oficialmente sem religião com medo da repressão do Estado.

Muitos outros indivíduos rejeitam a religião institucionalizada, mas adoptam formas alternativas de religiosidade ou alimentam uma interpretação religiosa do mundo, cujos contornos são particulares ou subjectivos.

Tudo isto somado, os religiosos podem representar, actualmente, mais de 90% da população mundial.

Apesar de tudo, muitos dos que se declaram religiosos fazem-no por razões culturais e identitárias e não por um verdadeiro compromisso de vida e fé.