Chamada para servir

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Não nos podemos rever no comportamento das pessoas que se afirmam cristãos, mas que consideram inferiores todos quantos creem de forma diferente ou professam religião ou espiritualidade diversa.

Olhemos para o exemplo do próprio Jesus Cristo.

Ele não diminuiu os cultos cananitas ou o paganismo romano. Não combateu os taumaturgos do seu tempo nem se envolveu em quaisquer querelas religiosas. Também não elegeu grupos particulares de pecadores para condenar em público.

Limitou-se a anunciar a chegada do reino de Deus, pregando o Evangelho e praticando as obras correspondentes.

Assim sejamos nós também.

JB-L

 

A visão de Isaías

Esta manhã falámos sobre o simbolismo da visão de Isaías, de acordo com o relato do capítulo 6 do seu livro, e que mudou a vida do profeta. No próximo domingo concluiremos a reflexão sobre este texto.

O Dr. Brissos Lino, pastor da Igreja do Jubileu, passa a apresentar semanalmente pequenos momentos de reflexão bíblica – “Janelas” – que são olhares inspiradores sobre a vida, com cerca de 3 minutos. O tema desta semana é: Sabedoria.

A marca do testemunho

Concluímos hoje a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A quarta marca dessa identidade é o testemunho. O cristão é uma testemunha.

 

A Deus toda a glória

A marca do serviço

Prosseguimos hoje a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A terceira marca dessa identidade é o serviço. O cristão é um servo.

Ouça e veja o vídeo.

Identidade cristã

Continuámos ontem a série de estudos bíblicos sobre o tema “Identidade Cristã”. A segunda marca dessa identidade é o novo nascimento. A grande diferença entre a praticar uma religião e nascer de novo, é a mesma entre fazer umas plásticas, ir ao ginásio, beber umas bebidas energéticas… ou então nascer! Jesus disse a Nicodemos: “aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”

Ouça e veja o vídeo.

“Ó Deus, submeto-me hoje à Tua Graça sublime, que me trouxe aqui e me despertou. Te agradeço pelas riquezas da Tua misericórdia, pela grandeza do Teu amor, e pelo do poder da Tua graça admirável.”

 

 

 

 

 

Identidade cristã

Iniciámos ontem uma série de estudos bíblicos sobre o tema Identidade Cristã. Afinal, quem somos em Cristo? Em tempos de falta de identidade geral, falemos da identidade cristã. Hoje as pessoas não sabem quem são…

 O que é a identidade? Identidade geográfica de origem: a terra onde se nasceu (ser alentejano; ter vindo de África; ser das ilhas; ser emigrante); identidade familiar: de quem é filho; identidade cultural: a cultura em que cresceu (gastronomia; música; vestuário); identidade religiosa: a religião que professa (fé; crenças);

Porém, há quem esteja a viver o poder do reino de Deus mas não lhe pertença. É o caso dos falsos profetas: Mateus 7:21-23. E também há quem conheça e guarde os princípios do reino, mas, ainda assim, não lhe pertence. É o caso do jovem rico: Mateus 19:16-22.

O que caracteriza então a minha identidade cristã? É a minha doutrina? É a liturgia do culto? São os preceitos religiosos? A primeira marca da identidade cristã é estar livre do poder do pecado ou da lei do pecado. Não ser escravo do pecado.

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Concluímos hoje a série de estudo bíblicos sobre a Parábola do Semeador.

(v15): “E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom, e dão fruto com perseverança.”

1-Conservar (a semente): preservar, reter, entesourar a semente.

2- Manter (a terra macia) (“coração honesto [ou recto] e bom [sincero]”. Se a semente é boa, se a terra é adequada, o resto depende das condições climatéricas, que não controlamos, porque é Deus que dá o crescimento: “Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1 Coríntios 3:7).

3- Frutificar: A árvore é generosa, ela os seus frutos; o fruto não é apenas prova de natureza (“pelos frutos os conhecereis”) mas também acto de entrega.

4- Perseverar: ficar firme; não ser como a onda do mar: “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte” Tiago 1:6). Ideia de paciência (resiliência).

Conclusão: Não basta receber a semente (ouvir a Palavra), é preciso conservá-la, retê-la, tratá-la como um tesouro, mantendo um coração recto e sincero.
É preciso agir de imediato na criação de fruto, pelo qual nos havemos de dar aos outros, ficando firmes e sendo pacientes, face às condições do tempo, que não podemos controlar

Oração: Senhor, que a semente da Tua Palavra não seja pisada nem roubada na minha vida, que ela não fique seca e mirrada, nem sufocada em mim, mas que crie raízes e frutifique um fruto maduro e abundante, para minha bênção e Tua glória. Amém.

Aventuras e desventuras duma Semente

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