Misericórdia em vez de sacrifício

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No passado domingo reflectiu-se no significado do texto do profeta Oseias, capítulo 6.

O profeta Oseias (significa “Salvação”) escreveu no séc. VIII a.C., nos últimos dias do reino de Israel, que vivia próspero mas em idolatria, imoralidade e injustiça.

Há quem defenda ser este o livro do Antigo Testamento que mais expõe o coração de Deus. Simbolicamente Oseias casa-se, mas a mulher torna-se adúltera. Ele sofre com a infidelidade dela, mas ainda mostra misericórdia e recebe-a de novo. Da mesma forma Deus viu a sua noiva, o povo de Israel, a envolver-se com “outros deuses”, ou seja, cometendo adultério espiritual. Ainda assim Deus revela graça e misericórdia para perdoar a esposa adúltera e estabelecer nova aliança com ela.

Na sua mensagem, Deus diz: “quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos” (v6). Porquê? Qual é o perigo do sacrifício? No tempo antigo era um símbolo da necessidade de satisfazer a justiça de Deus (“Sem derramamento de sangue não há remissão de pecados”). Mas depressa foi transformado num ritual despojado de significado. O sacrifício não era um fim em si mesmo, mas um sinal, um símbolo. Deus quer que nós possamos crescer espiritualmente e entender que a misericórdia e o conhecimento de Deus são mais importantes do que o sacrifício. Paulo diz que a lei de Moisés era uma espécie de aio para nos conduzir a Cristo.

Sacrifícios, rituais e práticas religiosas não são o que Deus espera de nós. Ele quer mesmo é o nosso coração. Que possamos conhecer Deus e exercer misericórdia para com o nosso semelhante. “Quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”. Que Deus nos ajude a focar no que é importante.

A Igreja do Jubileu está a celebrar 70 anos de existência. Depois do culto realizou-se um almoço de aniversário no Cenáculo, que constituiu um tempo muito especial de comunhão.

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O verdadeiro (e único) altar do mundo

O altar do mundo

Reflexão bíblica sobre o único local que pode ser considerado o altar do mundo: o Calvário, onde Jesus se entregou a si mesmo por nós, tornando-se o Redentor da humanidade, e que não pode ser substituído nunca por qualquer santuário humano, mariano ou não.

1 Timóteo 2:1-5: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.”

 

 

Há resposta para a depressão

Abatidos...

 

Tema da reflexão bíblica esta manhã, na Jubileu, que contou com um momento de referência ao Dia da Mãe, em homenagem a todas as mães.

Segundo a imprensa: “As estimativas da OMS mostram que, em 2015, 788 mil pessoas cometeram suicídio, correspondendo a 1,5% de todas as mortes em todo o mundo. Foi inclusive a segunda principal causa de morte entre os 15 e os 29 anos. Em Portugal, dados de 2014 divulgados pela Direção-Geral da Saúde mostra que a taxa de suicídio passou para 11,7 por 100 mil habitantes, quando em 2012 e 2013 tinha sido de 10,1 por 100 mil habitantes. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre os 15 e os 29 anos”. Há 300 milhões de pessoas deprimidas no mundo. Em Portugal são cerca de 400 mil… A depressão será, dentro de alguns anos, a primeira doença em todo o mundo. Porquê? Porque as pessoas estão a viver contranatura.

A boa notícia é que Deus tem resposta para este problema. A Bíblia menciona muitos homens e mulheres que tiveram quadros depressivos: Ana sentiu-se “amargurada de alma” — uma expressão que significa ‘aflita’ e ‘muito triste’, por não conseguir engravidar (1 Samuel 1:10). O profeta Elias ficou tão triste a ponto de pedir a Deus que tirasse sua vida, por Jezabel querer matá-lo (1 Reis 19:4). Jonas ficou triste e desejou morrer quando a aboboreira secou (Jonas 4:8).

Por vezes somos abatidos mas não destruídos, pois podemos contar sempre com o nosso Deus para nos restaurar.

 

 

 

 

 

 

Como Deus nos surpreende numa esquina da nossa história

O processo do Encontro

De surpresa em surpresa, Deus lida connosco através do Encontro. Aconteceu com Moisés mas também com Saulo/Paulo. Tudo começa no Encontro. O processo do Encontro passa sempre pela consciência da Presença de Deus na nossa vida. E termina sempre num mandato missionário, que vem acompanhado da respectiva capacitação. Tema da meditação bíblica de ontem, na Jubileu.

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Quando o coração arde, tudo muda

crentes de coração frio

Celebração abençoada esta manhã, na Jubileu, com reflexão bíblica sobre os discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24:13-35).

Por vezes Jesus não se revela até que nós lhe possamos abrir o coração e contar as nossas frustrações, revelar-lhe as nossas fragilidades. Deixemos de fingir que somos fortes. Vamos aquecer o coração, vamos a Emaús, ao “riacho quente”. O Espírito Santo foi enviado para ser o nosso “companheiro do caminho”. Ele nos ajudará a voltar para a Palavra de Deus.

Depois do coração aquecido, tudo muda. Em vez de tristeza, o gozo da salvação; em vez de frustração, esperança; em vez de cobardia, partilha da boa nova (v33-35).

A ressurreição e a vida

O texto bíblico de João 11:25 diz: “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. Jesus dialoga com Marta em Betânia, mas esta não entende que Jesus Cristo vai ressuscitar logo de seguida o seu irmão Lázaro. Embora Marta tivesse fé em Jesus, ela não estava pronta para ver a manifestação do poder de Deus (v27). Ponto de partida para a pregação de Páscoa.

Celebração da Ressurreição 2017

O Cristo Ressuscitado convoca-nos a viver em novidade de vida. Vivamos essa vida como quem foi libertado do poder da morte e “passou da morte para a vida”.

 

Estêvão e Jesus face à morte

culto do Calvário

 

Há similaridades na atitude perante a morte entre Estêvão (o primeiro mártir do Cristianismo) e Jesus, para além de ambos terem morrido como mártires. Em particular há semelhanças entre os dois, face à morte. Base da reflexão bíblica de ontem à noite no Culto do Calvário.

 

O exemplo de ambos ainda fala hoje. Estêvão é o exemplo do servo, diácono e pregador. A sua morte foi consequência da sua vida de testemunho. Jesus é o nosso exemplo e modelo em tudo, e a sua morte foi diferente da de qualquer mártir do Cristianismo, porque foi substituinte (vicária), redentora/salvadora, e na ressurreição Jesus quebrou os grilhões da morte, oferecendo-nos vida eterna.

Sejamos gratos. Agradeçamos a Deus a sua Salvação em Cristo.

O grande segredo revelado na Última Ceia

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Realizou-se ontem o habitual Concerto de Páscoa na Igreja do Jubileu. O Pr. Brissos reflectiu sobre a Última Ceia de Cristo com os discípulos, realçando alguns ensinamentos do Mestre e em particular o grande segredo da felicidade, que andava a ser revelado por Ele desde o Sermão do Monte.

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As perguntas retóricas de Paulo

5 perguntas aos romanos

Abençoada Celebração de Ceia do Senhor esta manhã, na Jubileu, com sermão baseado em Romanos 8:28-39.

A riqueza da igreja de Roma estava na sua diversidade (judeus e gentios, homens e mulheres, ex-escravos e gente de dinheiro). Roma era o centro do Império Romano. Ali se constituíram muitas igrejas domésticas (na casa de Prisca e Áquila, na casa de Aristóbulo, na casa de Narciso, na casa de Asíncrito e na casa de Filólogo).

Há neste texto um conjunto de 5 perguntas retóricas, formuladas apenas para dar aos cristãos de Roma a consciência de que em tudo somos “mais do que vencedores” através de Jesus Cristo. Portanto, para estimular a sua fé e confiança em Deus, mesmo nos momentos difíceis.

Pergunta retórica é uma interrogação que não tem como objectivo obter uma resposta, mas sim estimular a reflexão do individuo sobre determinado assunto. A pessoa que faz uma pergunta retórica já sabe a resposta, visando ajudar o destinatário da interrogação a reflectir ou a entender determinado tema, assunto ou situação.

Paulo conclui: nada e ninguém nos pode separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor (8.39). Mas se ninguém me pode separar do amor de Cristo; se sou mais do que vencedor face a todos os poderes, porque razão tantos ficam pelo caminho? Porque só eu me posso separar do amor de Deus!…

Deus cuida dos que estão sós

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Realizou-se no dia 10 de Março, à tarde, o I Encontro Single, dedicado a pessoas que vivem sós, sobre o tema “Livres para viver o melhor de Deus”.

O Pr. Brissos partilhou uma reflexão sobre a vida de Noemi, no livro de Rute, para concluir que Deus cuida sempre daqueles que estão sós.

Foi um tempo muito apreciado pelas participantes e que irá ter sequência com realizações periódicas.

Tarde com Deus